A Associação Brasileira Multidisciplinar de Estudos sobre Drogas – Abramd – tem o prazer de convidar V.Sa. para a divulgação do documento: “Maconha – uma visão multidisciplinar”.

Data: 10 de agosto de 2006

Horário: das 11:30 às 13:00 horas

Local: Auditório da Faculdade de Saúde Pública – USP (prédio da biblioteca) – Av. Dr. Arnaldo, 715 São Paulo.

A Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP – entidade representativa dos psiquiatras do Brasil e que congrega cerca de 5.500 associados de todo o país, emitiu, por meio de seu Departamento de Dependência Química, um parecer intitulado “Maconha e Saúde Mental”, publicado na Revista da ABP em Outubro de 2005. Endossado por 25 médicos psiquiatras, este parecer foi denominado “Consenso sobre a Maconha”. (Clique aqui para ler o texto).

A Associação Brasileira Multidisciplinar de Estudos sobre Drogas – ABRAMD – que reúne profissionais de diferentes áreas, voltados para estudos e programas de caráter científico, plural e multidisciplinar sobre as drogas e seus usos, entende que é necessário discutir alguns aspectos do referido documento.

Os membros da ABRAMD, professores e pesquisadores das principais Universidades do país, especialistas de variados campos do conhecimento, atuantes nas áreas de prevenção de riscos e danos associados ao uso de drogas e de dependência química, considerando a importância e a representatividade da ABP e o teor polêmico que envolve o assunto, julgam necessário ampliar o olhar sobre a questão e corrigir distorções expressas no parecer. O presente documento tem como objetivos:

• explicitar os pontos de discordância da ABRAMD com relação a vários aspectos da argumentação do parecer da ABP;

• apresentar suas posições sobre o assunto; e

• trazer à luz achados recentes da ciência e da pesquisa sobre a maconha e seus usos.

De acordo com a ABRAMD, a introdução do parecer da ABP quando afirma que “não é uma discussão política nem apaixonada sobre a proibição ou legalização da maconha. Vamos questionar e debater apenas saúde”, está em desacordo com o conteúdo do texto. Acima de tudo estamos abrindo um debate que acreditamos profícuo para o avanço da discussão e para um tratamento atualizado, científico, plural e respeitoso sobre o assunto.

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