26ª Reunião Brasileira de Antropologia
01 a 04 de junho – Porto Seguro/BA

Grupo de Trabalho – GT8

Substâncias Psicoativas: Cultura e Política
Coordenadores: Rodrigo de Azeredo Grünewald (UFCG), Edward MacRae (UFBA)

O uso de substâncias psicoativas se dá em uma diversidade de contextos socioculturais com os mais variados propósitos lúdicos, religiosos ou terapêuticos. Desempenham também importante papel na cosmogênese e etnicidade de diversos grupos sociais. Nas sociedades pós-modernas ocorrem freqüentemente intercâmbios e resignificações de práticas de uso entre esses variados contextos. Estes porém são submetidos a diversos constrangimentos devido às políticas publicas que regulamentam o uso de drogas, assim como a sanções sociais de ordem mais tradicional ou informal. Este GT será voltado à discussão sobre os usos de substâncias psicoativas com especial interesse na investigação das regulamentações e formas culturais que emergem em torno do emprego dessas substancias, atentando-se para usos do corpo,identidades, performances, representações,cosmologias e políticas públicas.

Inscrições até 29 de janeiro pelo endereço:
http://201.48.149.89/abant/passo1gt.asp

Regras sobre: Apresentações Orais e Painéis

3 Comments

  1. mariano hiago says:

    UFCG. Eu nem sabia que aí se discutia isso. Será que com o livro do Edward, aquele da lua, e alguns da bibliografia citada por Bia em um dos seus publicados, consegue-se por fim sair de um encanto?
    sIm, são livros encantadores. Seriam capazes de inibir a confecção de uma simples monografia? Ah, dos vestíbulos e do vestibular. UFCG…humpf.
    Viva a Rainha da Borborema, Campina é São João sempre!

  2. Sergio Vidal says:

    Pois é tem muitas coisas que não sabemos. É bom não ter tanto preconceito com uma Universidade só porque ela não é da região Sul ou Sudeste do país. Se as pessoas parassem de olhar tanto apenas para si mesmas veriam que o mundo é bem maior.

  3. Sereno says:

    Concordo com o Sérgio. E escuto falar do quanto sofrem as Universidades do N/NE por falta de verbas. Em verdade, não há quem não clame, não reclame por mais verbas. A USP deve ser a campeã, UNICAMP etc. Então a questão é mais operacional mesmo, pois a região é indiferente no quesito cátedra. Tem gente da USP, da UNB etc ensinando na UFBA, na UFPB…e tem gente de cá por lá também. Proporções são migalhas e isso conta muito. Ou não? Tem gente, Sérgio, que não cansa de olhar pro próprio umbigo e tem muita gente carregando, depois de velho, cordão umbilical. Tomara que o GT seja sucesso no proposto. Isso realmente importa.