Alice Kiyomi Tachibana

Psicóloga, integra o xamanismo nativo com conhecimentos atuais de Core Energectics, Psicodrama e Constelação Familiar.

Tema :

Xamanismo e Ancestralidade Quando honramos e reverenciamos os ancestrais, reconectamos com uma força de cura, que vem do passado, para o presente e futuro. Isto estrutura a alma familiar, garantindo a manutenção da cultura, tradição e a continuidade do conhecimento.

Ana América Paz

Xamã da Taba da Águia e em Brasília focaliza a Roda de Cura da Aguia De Prata. Pedagoga, educadora ambiental.Mestranda em Ciências da Saúde (UNB) e docente superior .Trabalha com arteterapia e xamanismo há 15 anos, e tem conduzido diversas oficinas junto à Abrawicca há 6 anos. Também integra o Movimento Artistas pela Natureza e é membro da Comunidade Internacional Bahá i

Tema :

Oficina “O Caminho Sagrado do Guerreiro”,

A proposta é vivenciar o Arquétipo do Guerreiro. Arquétipos são “estruturas psíquicas” sem forma ou conteúdo próprio, que servem para canalizar e/ou organizar o material psicológico, dando origem à magia individual ou às histórias mitológicas de um povo. No caminho do GUERREIRO estamos sempre inteiros, com o físico, energético, mental e espiritual conectados, estabelecemos os limites, alinhamos palavra e ação, honramos e respeitamos a nós e aos outros, somos transparentes e claros no que queremos dizer, estamos atentos ao nosso poder e aos “truques” criados por nós mesmos, ou por outros, a fim de impedir aquilo que deve ser feito. Nas primeiras vezes em que os Guerreiros procuram afirmar os seus desejos, eles se atiram cegamente na linha de frente da batalha e por isso não obtêm bons resultados.No próximo estágio, porém, eles aprendem a ser mais sensíveis,sutis e políticos, conseguindo com mais freqüência aquilo que desejam. Em última análise, os Guerreiros abandonam o controle do resultado e afirmam-se como parte da dança da vida. É então que a magia começa a acontecer.
Os Guerreiros que provam sua capacidade de defender-se e lutar por aquilo que querem costumam ser respeitados e respeitar a si mesmos.

Ana Vitória Vieira Monteiro

Em 1882 fundou e dirigiu CEVIP – Centro de Estudos Vitalista Paracelso até o ano de 1996. Em 1997 fundou e dirige até os dias atuais PORTA DO SOL – CENTRO DE ESTUDOS XAMÂNICOS DE EXPANSÃO DA CONSCIÊNCIA.- Poetisa e Dramaturga encenou vários textos teatrais e ministra O Caminho das PEDRAS em oficinas de teatro – site www.portadosol.org.br.Tema : A Arte e a Ayahuaska O enigma da CRIATIVIDADE fascina a humanidade, que se pergunta;
Porque uma idéia SALTA do inconsciente, num determinado momento?
Qual é a relação entre TALENTO e o ATO CRIATIVO a CRIATIVIDADE a ARTE e a MORTE?
Porque a Ayahuaska transforma a VIDA em ARTE?

Aristóteles Barcelos Neto

Graduado em Museologia pela UFBA. Pela UFSC e pela USP obteve, respectivamente, os títulos de mestre e de doutor em antropologia. Atualmente desenvolve pesquisa de pós-doutorado no Laboratório de Imagem e Som em Antropologia da USP. É pesquisador-membro do Núcleo de Estudos Arte, Música e Sociedade na América Latina e Caribe (UFSC) e colaborador do Museu du quai Branly (Paris). É membro da Associação Nacional de Ação Indigenista (Salvador) e pesquisador-afiliado à Pontifícia Universidad Catolica del Perú (Lima). Foi curador das exposições Á carta de Caminha e as artes indígenas (Museu de Arte da Bahia, 2001), e Com os índios Wauja: objectos e personagens de uma colecção amazónica (Museu Nacional de Etnologia de Portugal, 2004). Formou coleções etnográficas para o Museu de Arqueologia e Etnologia da UFBA (1998), para o Jardim Zoo-botânico Wilhelma de Stuttgart (1999), e para o Museu Nacional de Etnologia de Portugal (2000). Publicou os livros A arte dos sonhos: uma iconografia ameríndia (Lisboa: Assírio & Alvim, 2002) e Visiting the Wauja Indians: Masks and other Living Objects from an Amazonian Collection (Lisboa: Museu Nacional de Etnologia, 2004), e artigos em periódicos especializados (Ciência Hoje, Rio de Janeiro; Journal de La Société des Américanistes, Paris; Estudios Latinoamericanos, Varsóvia).
barcelosneto@bol.com.br
www.socioambiental.org/epi/waura

Tema:

A arte visionário-divinatória dos xamãs do Alto Xingu

A palestra versará sobre a cultura visual dos Wauja. Apoiada sobre uma extensa e criteriosa seleção de desenhos, a palestra oferece uma versão essencialmente plástica do mito-cosmologia desse povo de língua arawak da Amazônia. Os mentores dessa versão são os xamãs visionários, indivíduos de grandes capacidades artísticas que exercitam no mais alto grau de refinamento o gosto estético wauja. O sonho, viagem da alma, desvela mundos de criatividades constantes que permeiam a vida wauja

Bia Labate (Beatriz Caiuby Labate)

Formou-se em Ciências Sociais pela Unicamp em 1996. Em 2000, obteve o título de Mestre em Antropologia Social pela mesma universidade. Sua dissertação recebeu o Prêmio de Melhor Tese de Mestrado em Ciências Sociais do Brasil em 2000, da ANPOCS (Associação Nacional de Pós-Graduação em Ciências Sociais). É Doutoranda em Ciências Sociais pela Unicamp. É co-organizadora dos livros: O uso ritual da ayahuasca (Mercado de Letras 2002) e O uso ritual das plantas de poder (Mercado de Letras, no prelo) e autora do livro A reinvenção do uso da ayahuasca nos centros urbanos (Mercado de Letras, 2004). É membro do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos (NEIP). Em fevereiro de 2005, fundou o Alto das Estrelas, um instituto privado localizado na Pedra Branca, Caldas (MG), que promove pesquisa antropológica, intercâmbio entre pesquisadores, palestras, congressos e eventos, além de pesquisar o cultivo e o preparo de espécies vegetais. O instituto opõe-se à política proibicionista contra as drogas. Em ocasiões especiais, o Alto das Estrelas organiza sessões de vertentes diversas que utilizam plantas sagradas, conduzidas por líderes experientes, procurando estimular um diálogo entre ciência e espiritualidade.
bia_labate@yahoo.com.br
http://www.neip.info/

Tema :
As religiões ayahuasqueiras brasileiras são sistemas xamânicos?
Como a literatura antropológica tem analisado a relação das religiões ayahusaqueiras brasileiras com o xamanismo amazônico e com o neoxamanismo urbano?
Quais as dificuldades e limitação do conceito de “xamanismo”?
Porque alguns querem e outros não ser considerados “xamãs”?

Carminha Levy

Mestre Xamã, Psicóloga Transpessoal, com especialização em Jung (PUC-SP,) Pedagoga, Arte Terapeuta e Psicodramaticista. Estudou Psicologia Transpessoal com Stanilav Grof, no Esalen Institute (Califórnia). Iniciou-se no Xamanismo com Michael Harner.

Desde 1981 quando introduziu o NeoXamanismo no Brasil, vem ministrando conferências, palestras, cursos, cerimônias xamânicas em todo país e no exterior, Estados Unidos e Europa. É didata de Xamanismo na UNIPAZ Brasil e Portugal.
É Fundadora e Presidente da Paz Géia: A Primeira Escola de Neo-Xamanismo do Brasil. Escritora dos livros : A Sabedoria dos Animais – Viagens Xamânicas e Mitológicas, (Ed. Ground), que escreveu com Álvaro Machado (paulista, jornalista formado pela PUC-SP) e Xamanismo Matricial – As Cartas Sagradas Da Madona Negra & Divino Espírito Santo (Ed. Outras Palavras).
Atualmente é articulista da revista “Estilo Natural” da Editora Símbolo, onde assina a coluna “Humanidade”.
Tema:
Xamanismo Matricial

A mais arcaica técnica de Xamanismo, data da aurora da humanidade quando alguns seres privilegiados – os Xamãs, receberam da Divindade, a missão de acordar a humanidade.
Nasceu assim o culto a Mãe Terra, que nos dias de hoje aparece na veneração as Madonas Negras e a Grande Deusa.

Celso Fortes de Almeida

Médico, psiquiatra com profundo estudo em psicanálise e formação em técnicas psicoterápicas tais como: Hipnoterapia, Psicodrama, Bioenergética, Psicossíntese, etc..
Após ter tido, em 1985, um diagnóstico de uma doença terminal seguido de uma cura milagrosa, aprofundou-se no estudo da Tanatologia e do Xamanismo tendo estudado com a Dra. Elisabeth Kübler-Ross e vivido por um tempo com os índios Lakota na Reserva de Rosebud no estado de Dakota do Sul nos EUA, participando, por 4 anos, de Rituais como o Sundance, Vision Quest, Sweat Lodge, entre outros nesta reserva.
Trabalha com Resgate de Alma desde 1991 após ter aprendido este ritual com uma discípula de Michael Harner nos EUA.

Tema :

RESGATE DE ALMA

Resgate de Alma é um Ritual que visa à inteireza do Ser, curando e prevenindo doenças nas quatro dimensões do Ser Humano: Física, Emocional, Mental e Espiritual.
Este Ritual foi vivenciado e estudado pelo antropólogo Michael Harner com uma Tribo no Peru Amazônico e é ensinada nos EUA na escola fundada pelo mesmo.
Segundo esta tradição indígena podemos perder pedaços de alma por traumas, relacionamentos e/ou magia.
Não podemos, entretanto, pelo trauma, pelo relacionamento ou pela magia saber se a pessoa perdeu um grande ou pequeno pedaço de alma, ou ate mesmo se perdeu ou não, pois depende da individualidade de cada Ser. Muitos destes pedaços podem ser resgatados de forma espontânea ou por regressões ou até mesmo em Jornadas Xamânicas. Todavia, muitos dos pedaços perdidos em nossa existência, interrompem a conexão com a nossa memória só sendo possível resgatá-los através de Ritual específico.
Ainda segundo esta técnica, não podemos ter um corpo fechado para perda de pedaços de alma, pois, é perdendo e resgatando pedaços, uma das formas de evoluirmos, pois do contrário ficaríamos estagnados sem crescimento.

CESAR CRUZ

Descendente de ciganos e índios brasileiros vem ao longo de sua vida vivendo no mundo místico e mágico dos curadores. Pesquisador de recursos e formas de cura universais.Utilizando uma Alquimia Xamãnica, desenvolveu um estilo próprio de cura chamado “A Arte de Curar”. Facilitador, terapeuta, mestre de cerimônia em algumas tradições espirituais. Criador do movimento “Círculo Sagrado”, que tem como objetivo principal trazer uma consciência mais ampla para resgatar o sentido do sagrado de nossos atos. Atualmente ministra cursos, workshops, palestras, vivências xamãnicas, encontros sagrados em várias partes do país.Formação terapêutica em parapsicologia, yogaterapia (formado pela ANY) hipnólogo clínico, renascentista, floral, regressão.

Tema:

ALQUIMIA XAMÂNICA

As sete direções sagradas (os arquétipos que facilitam nossa integração com o todo. Os sete portais principais (uma visão dos centros de força/chakras, a relação com nossos níveis de consciência e os três grandes nós psíquicos) Resgatando o dançarino interior (práticas de danças que nos levam a resgatar o nosso dançarino sagrado. Medicina do Golfinho (vivência xamânica com a medicina do tambor)

César Augusto Sartorelli

Arquiteto pela FAU USP e está finalizando tese de mestrado sobre Arquitetura Sacra e Religiosa na obra do artista sacro Claudio Pastro no Programa de Ciências das Religiões da PUC de São Paulo.
Estuda e pratica xamanismo desde 1993, inicialmente na Paz-Géia onde fez a formação completa e depois junto ao grupo Aos Filhos da Terra. Participou como único brasileiro do Io. Simpósio Internacional de Xamanismo Centro-Asiático- em Ulan-Ude e no Lago Baikal na República da Buriátia, nação de etnia mongol dentro CEI (Comunidade de Estados Independentes, ex-URSS) em 1996. Em 1996 trouxe para o Brasil a xamã Nádia Stepanova que foi a primeira representante do xamanismo de etnia mongol a trazer seu conhecimento para nosso país.Trabalha como astrólogo desde 1988, e usa em seus atendimentos os conhecimentos oriundos do xamanismo e do Budismo Tibetano, no qual foi iniciado em 1996.
No ano-novo de 2000 para 2001 como membro da aachaa (Associação de Artes Curativas Himalaia Andes Amazônia) organizou a viagem `a Amazônia de Lama Gangchen Rimpoche, onde se realizaram as práticas de Auto-cura do Meio-Ambiente.Trabalha no Centro Cultural São Paulo, onde realizou duas Mostras de Cinema e Religião, sendo o tema da segunda em 2004: Religião e Natureza: magia e cultura.Seu foco de interesse é Arte , Cultura e Religião.
Atualmente está se instruindo na prática de Mandalas de Areia na tradição do Budismo Tibetano no Centro de Dharma da Paz.
Este ano está como responsável pela nova viagem de Nádia Stepanova ao Brasil, já confirmada para novembro.

Cid Toledo – Cidão de Xangô

Babalorixá de 77 anos de idade, que começou sua iniciação aos 7 anos de idade. Cidão é médium vidente, joga búzios, faz descarregos,banhos sacudimentos, comidas de santo, ebós, trabalha com ervas, etc. Pertence ao Céu da Lua Cheia e trabalha com a corrente médica . Pertenceu à extinta Diretoria da Associação dos Cultos de Umbanda, Candomblé e Similares do estado de São Paulo, e fez parte da produção do Programa “Umbanda no Universo” da TV Gazeta. No encontro estará prestando atendimentos individuais e jogando búzios.

Clarice Novaes da Mota

Ingressou na ex-Universidade do Brasil em 1963, curso de Ciências Sociais da FaculdadeNacional de Filosofia, no Rio de Janeiro. Participou do Programa Nacional de Alfabetização do Ministério da Educação, tendo sido treinada pelo Prof. Paulo Freire. Viveu no México em 1964. Nos Estados Unidos em 1965,ingressou na Temple University, formando-se em Psicologia em 1969. Fez Mestrado em Antropologia Social na New School for Social Research, obtendo o grau de Mestre em 1977. Foi professora de antropologia no Instituto de Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro, de 1979 a 2000. Obteve o grau de doutor em Antropologia Social pela University of Texas at Austin, em 1987, com bolsa de doutorado pelo CNPq. Publicou os livros: Jurema´s Children in the Forest of Spirits: ritual and healing among two Brazilian indigenous groups (Londres: Intermediate Technologies Publications, 1997) e As muitas faces da Jurema: de espécie botânica à divindade afro-indígena, com Ulysses Paulino de Albuquerque (Recife: Bagaço, 2002). Tem vários artigos publicados em livros e periódicos. É também ex-presidente da Associação Nação de Jurema.clarice@infonet.com.br

Claudio Quintino (Crow)

Escritor, autor de “O Livro da Mitologia Celta” e “A Religião da Grande Deusa”;
Representante no Brasil da DRUID NETWORK (http://www.druidnetwork.org/);
Coordenador dos cursos e palestras da HERA MÁGICA CULTURAL (http://www.heramagica.com.br/ )

Tema :

Xamanismo Celta: a Paisagem Sagrada

Os elementos xamânicos do druidismo pautados na íntima relação dos celtas com a Natureza. O Dindshenchas, “Conhecimento dos Lugares Sagrados”; as práticas extáticas dos druidas, sua visão do Outro Mundo e o contato com seus espíritos. Druidismo e Xamanismo Celta em nossos dias

Clêudio Bueno

Arquiteto, sociólogo e cientista político, xamã e Coordenador do Grupo Xamânico da Pax, neto de Xamã.Foi iniciado no deserto de Mojave e na Igreja da Luz Interna ( Church of Inner Light Masonic Temple ) em Los Angeles .
Participou de vários Pow wows na Califórnia em Sacramento e Indian Canyon em Palm Springs.Acompanha grupos da Pax em vários locais Sagrados do Planeta: México, Peru, Egito, Marrocos, Espanha (Caminho de Santiago), Índia,Grécia,Estados Unidos, Inglaterra, Ilha de Páscoa, Chile, Nepal, Canadá, Espanha, Portugal, França, Itália e Israel.

Tema :

Xamanismo Crístico

O Xamanismo Crístico propõe a busca da evolução dentro dos Elementos da Natureza (ar, terra, fogo, água); os instrumentos ( sino, chocalho, tambor, a concha); as cores das quatros raças ( amarelo, vermelho, preto, branco); os arquétipos ( visionário, curador, mestre, guerreiro); os totens dos animais sagrados ( Águia, Lobo,Urso, Búfalo Branco).
A busca da iluminação, assim como no Xamanismo ( o xamã é o mensageiro); o Crístico é a passagem pela forma física da Ascenção em Vida, passando necessariamente pelo Santo Ser Crístico ( o Xamã mensageiro da Presença Divina Eu Sou). Usando métodos, forças, práticas e elementos do Xamanismo,
Assim avançaremos aos Planos Superiores de Luz nos tornando instrumentos da vontade Divina.
Servir é o propósito que melhor serve a Paz, ao Amor e à Luz.

Cyro Leãoo

Tendo como missão de vida o despertar das potencialidades e habilidades do ser humano, vem há mais de 28 anos desenvolvendo este trabalho em diversos setores e como terapeuta. Formado em psicologia, busca a compreensão do ser humano através de diversas áreas e terapias, integrando amorosamente todos os conhecimentos e aprendizados para criar uma nova dinâmica de ajuda e auto-ajuda ao ser humano. Lidera cerimônias e rituais, ministra palestras, vivências e workshops pelo Brasil e Exterior. (http://www.xamaurbano.com.br/

Tema: Resgatando o Poder Pessoal

Todo ser humano tem seu poder pessoal e na maioria das vezes, o cedem total ou parcialmente para outras pessoas, que geralmente estão ligados afetiva ou profissionalmente (patrão, família, parceiros, etc). O resultado é que suas vidas deixam de ter brilho e sentido. Isto pode acarretar, depressão, angustia, pânico, desequilíbrio emocional, ansiedade, insegurança, incerteza e medo. Resgatar este Poder, é trazer de volta a autoconfiança, o amor próprio e a capacidade de dizer sim ou não quando sentimos que queremos dizer. Significa, também, restabelecer o nosso contato com a sua Essência e voltar a ter prazer em viver plenamente. É despertar para suas habilidades.

DANIEL MUNDURUKU
Formado em Filosofia e Mestrando em Educação na USP.Escritor conhecido nacional e internacionalmente pela divulgação do pensamento tradicional indígena.É Diretor-Presidente do Instituto Indígena Brasileiro para Propriedade Intelectual – INBRAPI – que defende o saber tradicional dos pajés e xamãs brasileiros.
Tema:
OS MOVIMENTOS DO SABER INDÍGENA
Nossa intenção é mostrar como o saber indígena segue uma linha coerente de percepção da realidade.
Iremos demonstrar que esta coerência é fruto de uma tradição ancestral que vem se repetindo há muitas gerações e como ela corre perigo no atual momento brasileiro.
Débora de Carvalho Pereira Gabrich

É dirigente feminina do Centro de Iluminação Cristão Luz Universal de Minas Gerais – Ciclumig. Formou-se em Comunicação Social pela PUC Minas em 2001. Em 2003 obteve o título de Especialista em Comunicação Contemporânea e Informação Visual pela mesma universidade. É professora do curso de Comunicação Social da Universidade Federal de Viçosa – UFV e mestranda em Extensão Rural na mesma instituição. É membro-fundadora do Núcleo de Estudos Pró Amazônia da UFV e responsável pela arquitetura da informação e design do site http://www.nepam.org/ . Desde 1996 realiza pesquisa no Acre sobre a tradição cultural e religiosa do Santo Daime, especificamente nos centros da linhagem denominada Alto Santo, cujo ritual é adotado no Ciclumig. Realizou viagem à Itália e outros países da Europa para acompanhar o sr. Luiz Mendes do Nascimento, dirigente do Alto Santo, em trabalhos espirituais. É co-responsável, junto ao presidente do Ciclumig, Eduardo Gabrich, pela publicação dos sites http://www.mestreirineu.org/ e http://www.luizmendes.org/.
débora@ufv.br ou debcarpe@uai.com.br

Tema:

O trabalho oculta e exotérico de Raimundo Irineu Serra

O ritual do Alto Santo (exibição de material audiovisual);A experiência de adequação do ritual do Alto Santo no Ciclumig – Minas Gerais.

Edvaldo Oliveira da Cruz

– Massoterapeuta – Terapeuta Corporal desde 1982
– Fisioterapeuta
– Divulgador no Brasil da Técnica Seitai-Quiropraxia Japonês
– Palestrante em congressos de: Fisioterapia; Estética; Educação Física e Terapias Naturais no Brasil.
Diretor – Proprietário da Fonte Clinica & Escola -(SP) 1987

Elza Carolina Piacentini

Como formação acadêmica, formou-se Música e Letras e estudou Sociologia, Antropologia, História e Política na USP. Começou a beber a hoasca em 1973, no primeiro núcleo da UDV em São Paulo. Em 1977 foi pela primeira vez para a Índia, onde aprendeu várias técnicas de autoconhecimento no Ashram do Osho, tendo sido sua tradutora oficial por vários anos. Estudou Psicologia principalmente a transpessoal e liderou o departamento de terapias na Comunidade do Osho no Brasil. Hoje, dirige o Espaço Sollua, um espaço de terapias transpessoais e meditações do Osho, onde trabalha como terapeuta. É Mestre Dirigente do Centro de Desenvolvimento Integrado “Luz do Vegetal”, um grupo hoasqueiro localizado em Araçariguama (S.P.).
espaco_sollua@ig.com.br
http://www.espacosollua.com.br/

Tema:

O início da União do Vegetal (UDV) em São Paulo
O aparecimento do Osho e suas influências;
A importância do Mestre encarnado;
Gurdjieff e o “trabalho” no Ashram do Osho;
O Centro de Desenvolvimento Integrado Luz dos Vegetais corporais, artísticas, terapêuticas, espirituais.

Gabriela Hess

Atriz, focalizadora de danças circulares e contadoras de histórias.

Tema:

“Vivência de Danças Circulares Dos Povos”.

(Danças Etnicas)- A roda dos povos sem distinção de cultura-A tribo do mundo unida pela dança.
O movimento acima teve sua grande repercussão a partir da comunidade de Findhorn (Norte da Escócia).
Os Benefícios das danças (vitalidade, leveza. entusiasmo ,alegria.estimulam a percepção de si ,e do outro.proporcionam coordenação motora,ritmo,postura corporal e concentração.

“Mitos -A hora do conto”. Para ouvir e viajar pelo mundo da imaginação

O Contador de histórias vive e comunica o poder, o significado e a realidade do mito.Os contadores expressam-se acima deste mundo, para outro, e ajudam-nos a experimentar outros reinos.
No Xamanismo o contador de histórias é um “caminheiro” entre os mundos.
Nos levando a cura e sabedoria pessoal através destas viagens.

Héctor Othón

Cubano, reside no Brasil desde 1982. Astrólogo. Assessor e facilitador pessoal. Pesquisador de Xamanismo. Professor de ciências naturais. Plantador de árvores.

Tema:

Moderador da mesa de debate com o tema “O ciclo sazonal e o Xamanismo”

“Astrologia e Xamanismo” (Se tiver espaço coloca esta palestra para tratar os temas: Astrologia Ritualística. Astropsicodrama e a questão das Direções Cardinais, os Signos astrológicos e as Estações. Os Signos astrológicos e as 12 luas na Roda Medicinal).Participação na Cerimônia do Equinócio de Outono.

José Guilherme Magnani

Doutor em Ciências Humanas pela USP é professor do Departamento de Antropologia dessa Universidade e sua área de atuação como pesquisador e orientador na pós-graduação é Antropologia Urbana, destacando-se as linhas sobre lazer, sociabilidade e práticas de religiosidade no contexto urbano contemporâneo. Publicou, entre outros, os livros: Festa no Pedaço: Cultura Popular e Lazer na Cidade (Hucitec, 1998, seg. ed.); Mystica Urbe: Um estudo antropológico sobre o circuito neo-esotérico na metrópole (Studio Nobel, 1999); Na Metrópole: Textos de Antropologia Urbana, (co-org, Edusp; 2000, seg. ed.,) Umbanda (Editora Ática, 1991); O Brasil da Nova Era (Jorge Zahar Editor, 2000). Escreveu os artigos: “Leisure in Popular Districts in São Paulo” (in: Societé et Loisir, Presses de l’Université de Quebéc,1994); “O xamanismo urbano e a religiosidade contemporânea” (in: Religião e Sociedade, 2000)”; “De perto e de dentro: notas para uma etnografia urbana” (in: Revista Brasileira de Ciências Sociais, 2002). É coordenador do Núcleo de Antropologia Urbana (NAU), cujo site é: http://www.n-a-u.org/.

Tema:

Perspectivas e impasses do xamanismo urbano

O neo-xamanismo ou, numa outra denominação, o xamanismo urbano, apresenta-se no atual cenário da religiosidade contemporânea como um conjunto de práticas de cura, autoconhecimento e contato com planos não ordinários de consciência, resultado de uma articulação entre rituais e cosmologias de povos e culturas tradicionais, principalmente indígenas e camponesas, e técnicas e saberes desenvolvidos em algumas áreas do conhecimento do mundo ocidental. Esta relação entre o que se considera uma sabedoria ancestral, acumulada ao longo de gerações em contato com a natureza e determinados elementos da ciência de ponta, faz desse fenômeno um experimento que vai ao encontro de novas necessidades e demandas de espiritualidade nos grandes centros urbanos mas, ao mesmo tempo, abre um campo para especulações, modismos e manipulações; daí a necessidade de se refletir sobre suas alternativas e impasses.

Karen Griesang (Sisaray Rupanco)

Instrutora e Terapeuta Brasileira, trabalhando com diversas linhas de crescimento pessoal, Círculos de Mulheres, Terapia das Pedras Quentes (“pipe carrier,” vision quester” , apoio do tambor em “sundance”).
Trabalha com Círculos de Mulheres e participa de cerimônias sagradas (Busca da Visão, Dança do Sol, Temascais),entre outras.

Tema :

Círculos de Mulheres e Cerimônias Sagradas

O ventre da mulher é o lugar onde todas as idéias, assim como os bebês são gerados, alimentados e chegam a existência. A escuridão do ventre fértil é o lugar no qual cada um de nós, que caminha pela Estrada Vermelha da vida física, teve seu começo. Para compreender mais o lugar de “olhar para dentro”, precisamos compreender primeiro a nossa verdadeira natureza. A menos que estejamos em estreito contato com todos os nossos Parentes – as árvores, os minerais, os vegetais, Mãe Terra, Pai Céu, Avô Sol, Avó Lua, os Quatro Espíritos (ar, Terra, Fogo e Água), os Animais e todas as demais formas de vida, desde o átomo até a Grande Nação das Estrelas – sentiremos que as respostas vêem fora de nós. Quando entendermos que o espírito de todas estas formas de vida vivem dentro de nosso corpo, começaremos a compreender que podemos olhar para dentro, em busca de todas as respostas.

Leda Fleury

Psicóloga e pedagoga trabalha há mais de 2 décadas em consultório particular atendendo adultos individualmente, casais, famílias e grupos em workshops de fim de semana. Possui especialização em Terapia
Corporal pelo Instituto Sedes Sapientae – São Paulo e formação no Internacional Group of Body Therapist – SKAN – New México – USA. Estudiosa do Xamanismo e da Deusa pratica seus rituais há mais de 10 anos.

Tema :

Vivência Ciranda das Deusas

Por meio da Imaginação Ativa iremos ao encontro do feminino interno que cada um de nós, homens e mulheres, mantêm acorrentado e escondido dentro do coração. Aí sim, estaremos livres para dançarmos a energia de cada Deusa, com movimentos amplos e cheios de graça.

Léo Artése

Profissional de comunicação formado em locução e radialismo, é professor de comunicação verbal, especialista em marketing, consultor empresarial, terapeuta holístico, acupunturista. Começou sua vida espiritual aos 11 anos de idade, tendo passado por várias linhas espiritualistas. Estudioso de xamanismo foi iniciado recebendo bênçãos para compartilhar ritos e cerimônias xamânicas nativo-americanas (Chanumpá – Inipi) e peruanas (Ayahuasca). Presidente do Céu da Lua Cheia, núcleo do Santo Daime ligado ao Centro Eclético da Fluente Luz Universal Raimundo Irineu Serra (CEFLURIS) – Céu do Mapíá – Amazonas. Coordenador do Grupo Lua Cheia, que produz as Jornadas Xamânicas: “Vôo da Águia”. Autor dos livros: O Vôo da Águia e O Espírito Animal, ambos editados pela editora Roca. É proprietário do site http://www.xamanismo.com.br/ e moderador do grupo de estudo virtual: Xamanismo Universal. Há 15 anos conduz cerimônias, ritos e grupos de estudos de xamanismo no país.

Tema:

XAMANISMO UNIVERSAL – A Essência do Xamanismo

Há um Caminho Sagrado no horizonte de nossa existência, um caminho que liga a consciência individual à consciência de toda humanidade, na aceitação de todas as crenças e na união de todas as raças. Um caminho que nos leve ao centro onde se cruzam o Norte, o Sul, o Leste, o Oeste. Um caminho onde possamos nos inspirar com a sabedoria que vem de cada uma das direções, de cada vento, de cada tradição. Um caminho onde possamos alçar vôo e nos fortalecer para vivermos aqui embaixo, na Mãe Terra, com excelência e dançar a Beleza na Roda da Vida.
Uma palestra vivencial, divertida, descontraída, trabalhando situações do dia-a-dia e ao mesmo tempo, mostrando um caminho para quem quer viver de forma Sagrada, nos agitados dias de hoje.

Liana Utinguassú

Facilitadora em Terapias Holísticas Focalizadora Nativa-Segue o Caminho Sagrado da Terra. Formação Superior-Jornalismo/Turismo-PUCRS . Dirige Espaço ÀKILA-Pioneiro no Intercâmbio Cultural Indígena-
Há mais de quinze anos atua nas questões indígenas de seu Estado e Intercambiando com Povos, Saberes e Culturas de outros Povos, promovendo viagens de Cunho espiritual, onde o foco principal é de se facilitar o encontro de etnias, encontro com a Medicina destes Povos que resguardam o Sagrado da Terra. Atualmente dirige-se mais aos Andes, onde leva grupos todo ano, ao menos duas vezes em roteiros ESPECIAIS e contato com Sacerdotes que vivem entre Bolívia e Peru, como, por exemplo, os Kallawayas, que são reconhecidos como Patrimônio da Humanidade, no intuito de cada vez mais, estreitar laços e criar condições para que esta Medicina seja mais e mais utilizada por todos nós face aos seus enormes benefícios. Dirige Espaço Àkila em Porto Alegre, Pioneiro no Intercâmbio Indígena.Desenvolve Projetos até então de forma voluntária no Estado RGS, com o propósito de Fortalecer os VALORES DOS POVOS DA TERRA.Está constituindo uma Organização Social de Interesse Público (OSCIP) ,com foco voltado aos Valores dos Povos da Terra. Site:http://www.espaconatakila.hpgvip.com.br/
http://planeta.terra.com.br/saude/Xamanismo/

Tema

OS VALORES DOS POVOS DA TERRA

Panorama de experiências pessoais vivenciadas ao longo dos anos, em Porto Alegre/RS e fora do Brasil, junto aos Povos da Terra, e a forma como a sociedade em geral se posiciona em relação à estes Povos, como seus valores e nossos valores e formas de pensar se distanciam muitas vezes, gerando um enorme vazio e distorções muitas vezes desastrosas no que tange às suas formas de SER, PENSAR, AGIR. A forma como o Sistema, como a Sociedade interpreta e valoriza OS POVOS DESTA TERRA.

Lúcia Regina Brocanelo Gentil

Cursou Ciências Sociais na Unicamp entre 1978 e 1983 e Geografia na PUCCAMP entre 1986 e 1990. Leciona geografia e geopolítica em escolas de ensino médio e pré-vestibular e é autora de livros didáticos de geografia. Trabalha com formação de professores de geografia e história.
É conselheira pela UDV no núcleo Lupunamanta e representa a instituição em congressos. Co-autora do artigo o “Uso ritual da ayahuasca num contexto religioso: o caso da União do Vegetal” publicado no livro O Uso ritual da ayahuasca, organizado por Beatriz C. Labate e Wladimir S. Araújo pela Editora Mercada das Letras (2002).
http://www.udv.org.br/portugues/entrada.html

Tema:

A tradição da União do Vegetal

A comunicação objetiva relatar a fundação e a expansão do Centro Espírita Beneficente União do Vegetal (UDV). A UDV foi “recriada” num seringal da Amazônia pelo baiano José Gabriel da Costa em 1961. Possui uma doutrina cuja base é o cristianismo, mas trabalha também com elementos das culturas africanas e indígenas e aproxima-se de outras seitas espíritas por ter a reencarnação como um dos seus pilares. Há uma hierarquia religiosa interna de quatro segmentos. A expansão da UDV ao meio urbano iniciou-se na década de 60 e acentuou-se na década de 80. Atualmente, a Sede Geral localiza-se em Brasília e a instituição conta com cerca de 110 unidades administrativas no Brasil, Espanha, Inglaterra e Estados Unidos – onde obteve recentemente uma importante vitória judicial. A UDV admite o uso do chá apenas para fins religiosos e tem um cuidado especial com saúde mental e consumo da hoasca por menores de idade.

Lucia Godoy

Graduada em Ciências Sociais (Sociologia) – Mestre em Psicologia da Educação . Trabalha com Terapias Alternativas, Holísticas, desde 1992.
Pesquisa dos Conhecimentos Nativos das Tradições, Ancestralidade e Espiritualidade de diferentes tribos Brasileiras, tendo seu primeiro contato na década de 80 junto a tribos da Amazônia, mais recentemente com algumas tribos do Estado de Mato Grosso do Sul e da região Nordeste do Brasil.
Desde 1999, promovendo encontros com diferentes grupos e palestras junto a universidades (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro 1999) com o objetivo de divulgar o Conhecimento Indígena, o desenvolvimento espiritual e a cura através das ervas.
Divulga e promove a cultura indígena, suas expressões artísticas, culturais e de sua espiritualidade.

Tema:
Espiritualidade dos Povos Indígenas – Patrimônio da Humanidade a ser preservado.
A espiritualidade dos povos indígena é considerada um patrimônio a ser preservado, sobrevive aos processos de colonização e aculturação pelos quais estes povos vêm passando.

Suas tradições, cultura e forma de vida formam um patrimônio de Conhecimento da Humanidade, sabedoria milenar,que pode ser neste momento da vida Humana, fonte de aprendizado para a sociedade ocidental.

A importância do reconhecimento e resgate deste conhecimento
É uma grande oportunidade de nos religar a essência Humana e as forças da Natureza.

LUIS PEREIRA
Fundador e Representante Geral da Associação Beneficente Intercultural Universo Místico. Vem a 25 anos praticando e dirigindo trabalhos vivenciais com a Ayahuasca onde faz harmoniosa e holisticamente a união de diversas correntes de ensinamentos, desde os ensinos da União do Vegetal e Santo Daime, passando pela Kriya Yoga, Chama Violeta, atéos ensinos Gnósticos.TEMA:MENSAGEM DA GRANDE MÃE

Uma mensagem de união e esperança paraenfrentarmos as transformações que nosso planeta passará nos próximosanos. Proposta de um Círculo Mundial de Orações.

Maly Caran

Maly Caran é a feiticeira das ervas. Jornalista trabalha com ervas há 20 anos, ministrando cursos no Brasil em espaços e universidades.Foi apresentadora do programa: Cheiro de Mato – TV Bandeirantes por 2 anos, e o programa : São Paulo Rural – Tv Cultura por 2 anos. É consultora de diversas revistas e consultora da Revista Boa Fluidos. Passa a vida da plantando seus jardins.

Tema :

Erva Viva

As ervas possuem poderes e segredos que poucos mortais conhecem; com elas podemos curar, rejuvenescer, limpar, proteger, perfumar e temperar. Plantar ervas medicinais é com certeza amar com o mais verdadeiro amor. Plantar as ervas é estar protegido, curado e nutrido, é receber constante estímulo da natureza, assim realmente entenderemos a missão do Homem no Planeta Terra e o seu desenvolvimento espiritual.

Maria Luiza Rezende

Facilitadora xamânica em xamanismo matricial, estudiosa da tradição yorubá. É também graduada em medicina e homeopatia.

Tema:

Ajê – um reencontro com a orixá da riqueza e da prosperidade

Ajê é a orixá relacionada à todo o bem estar do homem para sua vida, envolvendo também paz, alegria, tranqüilidade, progresso e crescimento humano e não apenas riqueza e prosperidade financeira.A energia de Ajê é fluida e se relaciona à maneira do Feminino de lidar com a riqueza, que não envolve o reter e a ganância, mas se expressa na busca de produtividade e troca e honra a generosidade e a fertilidade como habilidades de multiplicar coisas boas.

Marcos Reis

Praticante da Medicina dos Tambores Xamânicos e estudioso de ritmos e músicas de poder dos vários povos Xamânicos do Mundo.Em suas Oficinas, Marcos Reis ensina a cada participante como confeccionar seu próprio Tambor, ativando sua Força de Cura através de Ritual onde o espírito do Tambor é despertado.Marcos Também ministra oficinas de Filtro dos Sonhos(DreamCatcher) onde ensina desde as Lendas e montagem do Filtro até o significado de cada elemento que compõe esse poderoso instrumento e sua interpretação através da Roda de Cura.
É membro do Nemeton Tabebuya ( http://www.druidismo.com.br/ ), Rede Druídica no Brasil ligado a Druid Network (Inglaterra), coordena o núcleo Terra Brasilis, que tem a missão de trabalhar as diversas expressões Xamânicas Brasileiras. O Grupo coordena os Festivais e Celebrações de Solstícios, Equinócios e os Festivais Regionais do Povo Celta e Indígena Brasileiro.

Tema:

Oficina de Tambores

O Grande Espírito vivo em nossa Natureza nos mostra o caminho do Sagrado para o conhecimento da Cura do Corpo, Mente e Espírito. Com a ajuda dos Tambores conseguimos acessar as energias que a Natureza emana através de seus chamados e passamos a fazer parte desta Grande Teia da vida.

Monika von Koss

Psicoterapeuta de abordagem transpessoal-energética, iniciou sua busca da alma humana pela Psicanálise, incluindo, ao longo dos anos, a dimensão energético-corporal. Estudos adicionais incluem o Xamanismo e o Budismo Tibetano. A partir de 1990 incorporou a questão do feminino em sua atuação clínica, fundando o Espaço Caldeirão (http://www.caldeirao.psc.br/), onde realiza workshops, vivências e cursos voltados para a expansão da consciência.
Autora de HERA.Um Poder Feminino, Feminino+Masculino. Uma nova coreografia para a eterna dança das polaridades, Rubra Força. Fluxos do poder feminino.

Tema:

A Arte de Menstruar

Qual a influência do menstruar no desenvolvimento da humanidade e como podemos recuperar seu significado simbólico para os dias atuais.
Representativo do poder feminino, o ato de sangrar tem sido alvo das mais variadas distorções ao longo da história da humanidade, trazendo conflitos que não se expressam apenas como distúrbios somáticos, mas solapam a identidade e a confiança das mulheres.

Nelson Neraiel

Estudioso do Xamanismo e da obra de Carlos Castaneda há 26 anos.
Praticante de Tensegridade, membro do Grupo de praticantes do Rio de Janeiro, Seres Ambarinos.Tarólogo, Numerólogo, Quirólogo, curso profissionalizante com a Profª Regina Ferrari- RJ.Reiki e Sekim Máster, cursos com Drª Antonia Rhul, da Austrália.Membro 11 anos da Irmandade Espiritualista Verdade Eterna I.E.V.E.- RJ.

Tema :

Os Passes Mágicos de Castañeda

Ni-í

Cacique da aldeia Campinas no Juruá – Acre, sendo o agente indígena de saúde, da tribo Katukina.
Tema :
Kambô
Kambô é uma espécie de rã (Phylomedeusa bicolor) que vive na Amazônia, cuja substância extraída atua como um poderoso energizante natural, capaz de combater e eliminar distúrbios de saúde do ser humano, elevando a eficiência do sistema imunológico.
Essa substância tem a propriedade de desencadear um processo bioquímico de interação orgânica de estimulação e inibição seqüencial: sua ação estimula certos receptores orgânicos, passando, em seguida, a inibir outros centros, numa rápida mudança do sistema de atuação.
Médicos que já tomaram e pesquisaram o kambô afirmam que ele pode ser eficaz no tratamento de doenças graves, como câncer e a aids, pois ele age como grande reforçador do sistema imunológico.
Esse remédio vem sendo utilizado pelos índios Katukinas há milhares de anos, dentro de uma concepção onde a doença é um espírito negativo que abate a pessoa.
Serve para tirar a panema (doença, preguiça, perda de ânimo) e também desentope as veias do coração, e faz circular o sangue (purificando-o) e as emoções, harmonizando as funções do ser humano como um todo.
Sua atuação se dá sobre os corpos sutis, a percepção em geral, a intuição, os sonhos, a terceira visão, o inconsciente e os bloqueios que impedem o fluxo da energia vital.A coleta da substância da rã é feita sem machucá-la.

Otávio Leal
Ainda na juventude foi iniciado em ordens ocultistas como Rosa-Cruz, Eubiose, Colégio dos Magos, Wicca, Kaballa dentre outras. Praticou exaustivamente kung-fu, karate-do, chi-kun, tai-chi, e yoga de várias tradições. Autor dos livros: “Quero Mesmo é Ser Feliz – A Essência da Felicidade”, “Histórias Místicas”, “Mantra – A Metafísica do Som” e “Maithuna – Sexo Tântrico (você não sabe o que está perdendo)”.Foi iniciado no budismo japonês, hindu e tibetano, além do taoísmo, do tantra hindu e no xamanismo. Como terapeuta, coordenou grupos de Tantra, Iluminação Intensiva, Power to Budha, Couseling, Chakra Puja, Mantram, Massagem Indiana, Reiki Tibetano, Meditação, dentre outros.Dirigiu uma ordem iniciática tântrica e “abre portas” a buscadores sensíveis em dois programas semanais na Rádio Mundial 95,7 FM / SP: Escola de Mestres – tu és um Buda e Sat-Sang – encontro com a verdade.Como Master em Reiki Sistema Tradicional, Dentho e Tibetano iniciou nos últimos anos mais de 20.000 praticantes. Codificou o Reiki Xamânico (Katimbó) e o Ripui – Imposição Essênia das Mãos.Co-dirige a Humaniversidade, uma escola de iluminação, Ousada, Vanguardista que forma alguns dos melhores terapeutas do planeta.Experimentou mestres como Osho, Vassanty, Sathya Pren, Roshis do Zen, Monja Coen, Hahasya, Ananda Ram, Ma Prem Zeenat, Na Neelama Gayatri.
Tema :
O Tantra e o Xamanismo
O tantrismo é uma busca experimental que visa eliminar o sentido ilusório e conflitual de ser um ego separado, a fim de nos conduzir à consciência de nossa verdadeira realidade, que é eterna as nossas energias físicas, sexuais e mentais, ensinando-nos a ver o caráter sagrado de toda a vida.O Tantra é a ciência pura. Você pode transformar a si mesmo, e essa transformação precisa de uma metodologia científica. As centenas de técnicas tântricas constituem a ciência da transformação O Tantra diz que não se pode mudar um homem, a menos que se dê a ele técnicas autênticas para mudar. Apenas pela pregação nada é alterado. E você pode ver isto em toda a parte do mundo: tudo o que o Tantra diz está escrito no mundo todo.

Dr. Paulo Urban

Médico psiquiatra e representante vivo da Contra-cultura; autor de livros nas áreas de ocultismo, história e medicina; Redator-chefe da Revista Medicina Atual; articulista da Revista Planeta; Diretor Clínico do Hospital Psiquiátrico “Casa de Saúde de São João de Deus”, da Ordem Hospitaleira de mesmo nome, de 1994 a 2002.

Tema :
PSICOTERAPIA do ENCANTAMENTO seu Símbolo e seus Arquétipos
Criada pelo psiquiatra Paulo Urban, esta inovadora abordagem psicoclínica centraliza seu foco terapêutico sobre a Mitologia Pessoal, no intuito de explorar nosso sagrado universo psíquico.
A Psicoterapia do Encantamento estende e aprofunda os passos já trilhados pela Psicologia Junguiana, busca resgatar as tradições alquímicas e esotéricas e valoriza sobretudo o poder curador dos E. A. C. (Estados Alterados de Consciência), favorecidos e alcançados por meio de ritos iniciáticos centrados no orfismo,práticas xamânicas genuinamente andinas e uma disciplina respiratória (Hiperventilação) desenvolvida e aprimorada exclusivamente para esse propósito.

Patricia Fox
Estudiosa das Tradições Femininas, mitos, ervas e assuntos correlatos há mais de 14 anos, Bruxa da Tradição Alexandrian Wicca, Patricia também é astróloga e aromaterapeuta e especializada em diversas técnicas terapêuticas. Idealizadora da Hera Mágica Cultural, durante algum tempo Fox ficou nos bastidores dos eventos. Hoje Patricia conduz com responsabilidade e sensibilidade os rituais lunares da Hera Mágica e as celebrações da Roda Do Ano (Festivais Sagrados), bem como os Cursos de Bruxaria, as aulas avulsas, vivências xamânicas e de contato com o Divino Feminino. Seu trabalho junta o sacerdócio com o desenvolvimento intelectual. Estudiosa de Lendas Arturianas. Seu último trabalho está ligado aos Mistérios Femininos, um encontro de mulheres. Na sua opinião, o paganismo matricial não é somente um caminho espiritual, mas sim um resgate do Feminino na sociedade. Junto à busca do verdadeiro Feminino, resgataremos o Masculino real, chegando ao Equilíbrio. Faz atendimentos de Oráculo das Deusas, onde mescla aconselhamento, terapia, ritual e orações para que o consulente possa acessar sua verdadeira Sabedoria Interior.

Pedro Ka Etznab

Membro do circulo Munduvivu, trabalha com o calendario maya e sua matriz harmonica, tambem seguindo o calendario desenvolve atividades multiculturais baseadas na bandeira da paz (arte, ciencia e espiritualidade) e nas 4 direçoes contando tambem com a verde central da reuniao das 4.

Tema :

Peça de Teatro : O Calendário Maia

Renato Stuztman

É co-editor da revista Sexta Feira e Doutorando em Antropologia Social pela USP na área de etnologia comparada de povos indígenas da Amazônia, sob a orientação de Dominique Gallois. Sua dissertação de mestrado, Caxiri, a celebração da alteridade: ritual e comunicação na Amazônia indígena, tratou do problema do contato interétnico e da vida ritual entre os índios Wajãpi da Guiana Francesa. Sobre esse tema publicou o estudo “De festas, viagens e xamãs ” (Revista Cadernos de Campo 8, 1999). Escreveu artigos sobre teoria e história da antropologia, como “As metamorfoses do corpo” (Revista Sexta Feira 4, 1999) e “Lévi-Strauss e o desafio americanista” (Novos Estudos Cebrap 61, 2001), e sobre antropologia e cinema, como “O mestre do cinema verdade” (Folha de S.Paulo, 13/04/2000). Dirigiu (com Edgar Cunha e Paula Morgado) o vídeo Jean Rouch subvertendo fronteiras (2000), resultado de dois anos de uma pesquisa pessoal. Entre 1999 e 2001, foi pesquisador-bolsista do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP), sob coordenação de José Arthur Giannotti. Durante os anos de 2000 e 2001, foi pesquisador da OnG Instituto Socioambiental (ISA). Desde 1995, é pesquisador do Núcleo de História Indígena e do Indigenismo, coordenado por Dominique Gallois, e do Grupo de Antropologia Visual, coordenado por Sylvia Caiuby Novaes, ambos da USP. Suas áreas de interesse são etnologia indígena, teoria antropológica e história da antropologia.
sztutman@uol.com.br

Tema :
Como a ciência moderna, o xamanismo indígena apresenta-se como uma reflexão sobre as causas dos fenômenos, como mudanças ambientais, doenças, mortes etc. À diferença da ciência moderna, no entanto, o xamanismo indígena está ancorado no pressuposto de que por trás dessas causas residem sempre sujeitos intencionais, muitas vezes designados como humanos. Nesse sentido, o acaso não constitui uma explicação suficiente nessas sociedades. Nesse mundo onde tudo é animado, um outro tipo de política desponta, pois xamãs são aqueles que podem não apenas explicar a realidade, mas agir sobre ela, eles podem estar na origem de um acontecimento inexplicado. Por intermédio de espíritos auxiliares, eles podem provocar mudanças ambientais, doenças, mortes etc. Muitas vezes, suas ações ocorrem como retaliação à ação de outros xamãs, o que revela uma espécie de guerra invisível. Em suma, o xamanismo é um modo tanto de conhecer o mundo, como de agir sobre ele, e essa ação é sempre política – ou cosmopolítica – porque envolve a constante negociação entre xamãs e seres sobrenaturais, bem como dos xamãs entre si.

Rogério Bari Meri

É um líder cerimonial; Kahuna Kupua; healer; sensitivo; especialista em recursos naturais, orientais e nativos de harmonização integral do ser, com mais de 20 anos de experiência prática. Trabalha com o resgate do poder pessoal, consultoria e treinamento, visando à melhoria contínua na qualidade de vida. É um agente conscientizador, que identifica o potencial que todos possuem para alcançar suas metas. Fundador do “Spirit of the Healer — Continual Improvement — Training”, Pioneiro na introdução da “Medicine Wheel” no Brasil. Iniciado nas filosofias espirituais tribais das Américas do Norte e do Sul, celta e havaiana. Realiza palestras e ministra cursos em várias capitais do Brasil, Canadá e dos Estados Unidos, além de realizar vivências xamânicas.

Tema:

Xamanismo e Projeciologia

Xamanismo na Pré-história; as técnicas naturais que possibilitaram o surgimento do homem moderno; Projeção Astral nos povos nativos; a busca da visão;visão xamânica e o resgate do poder pessoal; o Xamã e sua atuação nas diversas dimensões; os recursos naturais possibilitando uma melhor qualidade de vida; as sociedades secretas tribais e o resgate das tradições.

Rowland Barkley
Mestre Xamã australiano e terapeuta de Iniciação, com especialização em DNA Espiritual, PNL Espiritual, Terapia do Eu Superior, Maestria em Exorcismo. Reside atualmente no Brasil,e ministra cursos na Itália, Eslovenia, Dinamarca e Brasil.

Tema

A importância do Xamanismo nos dias atuaisNo ano 2005 haverá a maior pressão já exercida na história, para justificar a guerra e aceitar as condições de guerra no mundo. Pessoas com habilidades xamânicas, como condutores de visões entre os mundos da consciência, têm a responsabilidade de revelar visões positivas do futuro. Visões positivas e sentimentos positivos são ainda mais contagiosos do que sentimentos e visões negativas.

SASHA DREAMWORKER

– Mestre Xamã, Healer, Terapeuta Transpessoal e das Tradições, há 27 anos, formação acadêmica em Antropologia e Sociologia.
Estudou com xamãs da Austrália, Brasil, Estados Unidos , “Ilha da Tartaruga”, México, Peru, entre outros, além de Mestres do Tibet, China e India, tendo morado e estudado no Oriente e iniciada em várias tradições.
Ministra Formação em Xamanismo em vários locais do Brasil, além de Regressão/ Transes/Hipnose, Medicina Taoista e Artes Curativas da Tradição Oriental de diversas linhagens, Renascimento, Naturopatia, etc. Também coordena grupos de Rodas de Cura, Circulo de Tambores, Cerimônias de Lua Cheia, Arte Nativa, entre outras práticas sagradas. Frequentou e participou do Instituto Arapoty com Kaká Werá. É coordenadora e professora da escola de Xamanismo da Humaniversidade.
Atua em consultoria de executivos e empresários de uma maneira diferencial, e é colunista da Revista Yin-Yang

Sergio Frug

Astrólogo, Terapeuta Corporal com formação no Sistema Rio Aberto de Buenos Aires, Terapeuta Clínico Xamânico formado pela Universidade Holística de Guaratinguetá, praticante de Xamanismo desde 1995 e focalizador da Roda de Cura Yerê Arapuã em São Paulo, de junho de 2001 a fevereiro de 2003.

Palestra/Vivência:

A Roda de Cura Yerê Arapuã

Essa é a Roda da Cura, do Amor, da Beleza e da Alegria; para o nosso Corpo, a nossa Alma e a nossa Sexualidade; para nós e para todas as nossas relações.
Inspirada nas Rodas de Cura tradicionais desenvolvidas por Sylvie Shining Woman em suas vivências, na sabedoria das Quatro Direções Sagradas e no livro “Os Quatro Compromissos” de Don Miguel Ruiz, tem a Intenção de reunir as pessoas conectadas com uma existência mais livre e sem preconceitos, harmonizar as energias individuais e do grupo e reaprender através do resgate dos arquétipos tradicionais, os novos paradigmas que orientarão a vida no futuro.

Tema :

RESGATE DE ALMA

Será explicado esse conceito tradicional do xamanismo, as diversas situações em que perdemos ou entregamos partes de nossa alma, e as situações em que elas podem ser roubadas.
“Caverna das Crianças perdidas” , “mundo dos mortos”, momentos do passado, são algumas das várias possibilidades onde essas almas podem ser encontradas
No final, uma vivência para recuperarmos partes que perdemos ou entregarmos, e devolvermos partes de outras pessoas em nosso poder.

Sílvia Brezzi

Psicóloga, xamã, didata do curso de formação em Xamanismo Matricial, assistente de Carminha Levy, e membro da diretoria da Paz Géia – Instituto de Pesquisas Xamânicas.

Tema :

Ciranda Xamânica do Feminino

A Ciranda é um trabalho de ampliação de consciência, apoiado na energia do feminino que alimenta os sonhos da humanidade com a expressão da criatividade.
Seu objetivo é integrar de modo prazeiroso os papéis que exercemos na vida, com o fio da essência feminina, e promover a expressão do Ser.

Sthan Xanniã
Mestre Xamã, terapeuta holístico e vibracional, lidera cerimônias de tenda do suor, busca da visão, plantas sagradas, danças de cura e canções de poder. É um pesquisador atuante das tradições nativas brasileiras e norte-americanas. Conduz workshops e cerimônias pelo Brasil, Europa e EUA. Tem como meta curar e resgatar a plenitude e bem estar do corpo, coração, mente e espírito.
Tema :
Cura Nativa

Dentro de cada um de nós existem varias qualidades e dons ,que se encontram dispersos e fragmentados só necessitando serem reagrupados de forma que possamos compreender a força de Cura e do Curador interno que há em nós.

Convidamos você a se permitir e entender as ferramentas que o Conhecimento Xamânico Nativo nos traz,criando a possibilidade da quebra de padrões que mascaram a realidade e desfazendo o espelho que nos impede de ver e sentir o nosso Curador

Tânia Gori

Idealizadora da primeira Universidade Livre Holistica voltada ao estudo e experiencia da Bruxaria e Magia Natural . Escritora com o lançamento de seu terceiro livro – A Bruxa e o cavaleiro. Formada em Administraçao e Contabilidade, ja dedica mais de 18 anos ao estudo da linha magica e holistica . Apresentadora do programa – A Hora da Bruxa – apresentado na EcoTv- Canal 96 toda quinta-feira ao vivo das 15 as 16h.

Tema

Bruxaria Natural – O Desabrochar o Ser Humano

Essa Palestra visa levar as pessoas o que é Bruxaria e como entrar em contado com sua essencia. No final do encontro estarei fazendo um circulo de meditaçao.

TCHYDJO

Homem de Cura pelas Tradições Nativas.Nascido na aldeia Funiô Pernambuco, se criou e vive entre os Kariri-Xocó (Alagoas).Como líder espiritual integra conhecimentos ancestrais das tradições de seu povo em cerimônias trabalhando a cura física, emocional, espiritual e mental.
Seu trabalho se destaca pela simplicidade e saber. Como Mestre do Toré, (ritual de cantos e danças ritmados pelo som da maracá) percorreu muitas partes do Brasil e do Exterior, participando de Encontros relacionados à busca da Paz no mundo e da Integração entre os Povos como a ECO 92 e Encontros Ecumênicos.
Em suas mãos o maracá (chocalho, instrumento sagrado nestas tradições) cria vida.

OFICINA DE TORÉ

O Toré é uma das mais belas tradições indígenas, de cunho espiritual/cultural, dentro do cenário brasileiro. Considerado pela tribo como um momento para se conversar sobre a saúde do mundo e a fraternidade entre os povos.

É composto por cantos e danças ritmados pelo som da maracá. As canções cantadas na língua nativa e sua dança trazem em sua magia a simplicidade que toca os corações e proporciona um estado de união, confraternização, amizade e paz.

A dança acompanha os cantos, sendo que existem passos específicos para cada canto.
Uma dança bastante vigorosa e alegre, que ativa a energia física e espiritual.

Timóteo Verá Popygua

Cacique da aldeia Guarani Tenonde Porã, em Barragem, Parrelheiros (S.P.). É coordenador pedagógico do Centro de Educação e Cultura Indígena – CECI e coordenador do grupo de canto e dança da aldeia Tenonde Porã. É representante da aldeia Tenonde Porã no Conselho Estadual dos Povos Indígenas e Diretor do Instituto Teko Arandu, organização indígena que reúne vinte aldeias Guarani dos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro.
timoteovera@yahoo.com.br

Tema :

O Xamanismo Guarani

O conhecimento tradicional, a sabedoria e a religião Guarani;
A resistência Guarani;
O uso do tabaco pelos pajés;
O conhecimento “artificial”;
Apresentação de slides e de CD de música Guarani.

Tony Paixão

Foi iniciado no Xamanismo em 1989. fundador do Centro de Estudos Xamânicos – RJ , Membro fundador do Conselho Águia Cinzenta, Introdutor das cerimônias da Native american Church (Igreja Nativa Americana-Half Moon Ceremony Tradição Cheyenne-Nelson Turtle) e a Sweat Lodge no Rio de Janeiro, Pesquisador de técnicas de cura natural, Representante do Neo-xamanismo no Movimento Inter-Religioso do Rio de Janeiro (MIR-RJ) e na United Religions Iniciative (URI). Atualmente coordena cursos de xamanismo, cerimônia do fogo, cerimônia do Tambor, Roda de Cura, Sweat Lodge, no Brasil e no Exterior, Idealizador do Art tatanka, atellier de confecção de objetos sagrados e arte nativa.

Tema:

A Native American Church e suas Cerimônias.

Como surgiu a Native American Church.
Sua influência nas tradições Nativas.
Como os Cheyennes começaram a fazer uso do Peyote.
Como se tornar um líder de cerimônia.
O uso da Tenda do Suor.

Vânia de Lara Crelier

Médica Psiquiatra, homeopata, com formação em terapiacorporal, psicodrama e constelação familiar, terapeuta transpessoal.

Tema :
Xamanismo – Uso no tratamento de doenças mentais

O xamanismo no tratamento de distúrbios mentais, trazendo a sabedoria dos ancestrais como força de cura.

Vera Fróes

Historiadora pela Universidade Federal do Acre, conviveu com índios e seringueiros na Amazônia durante 10 anos, onde pesquisou o uso de plantas (mágico-rituais) medicinais por comunidades agrícolas e extrativistas. Ganhou bolsa de pesquisa do CNPQ em 1982 e, um ano depois, o Prêmio Suframa de História. Diretora da Casa de Cultura do Município de Boca do Acre, Amazonas, no período de 85/86, realizando pesquisas da Flora Medicinal dessa região endêmica. É presidente do Instituto de Cultura Amazônica com sede no Rio de Janeiro. Ministra cursos sobre plantas medicinais. Desenvolve projeto de etnobotânica patrocinado pelas Nações Unidas. Produz e apresenta o quadro “Nossas Vidas”, do programa S.M. Rural, na Tv Serra Mar, Rio de Janeiro.

Tema :

Alquimia Vegetal : A Botânica Oculta

O conhecimento indígena do poder curativo das plantas tem provocado espanto na ciência contemporânea, pois trata-se de um outro tipo de ciência, muito antiga, que difere dos princípios da lógica e dos cinco sentidos convencionais, conduzindo a estados alterados de consciência.
As divindades existentes nas plantas são manipuladas com sabedoria pelo xamanismo amazônico, tradição importantíssima baseada no uso de Plantas Sagradas. A utilização de ervas medicinais é muito importante para o xamã ou curandeiro, pois muitas receitas dependem do seu conhecimento no preparo dos medicamentos.

Vera Tanka

Fundadora do Conselho da Águia Cinzenta, do Pata Marrom e colaboradora do Centro de Estudos Xamanico, escritora, jornalista, com uma coluna diária de Tarot no Jornal Extra – Infoglobo – Rio de Janeiro. Taróloga com formação em Psicologia (Junguiana) e Administração de Empresas, desde 85 trabalhando com atendimentos individuais e empresariais com o Tarot e Xamanismo. Pesquisadora, estudiosa e praticante dos ensinamentos nativos desde 1989, iniciada em Santa Fé, Novo México – USA, desde então compartilhando todos esses conhecimentos em meus atendimentos. Especialista na Medicina dos Animais, dos Sonhos e Oráculos como Tarot e Cartas Xamanicas, conduzo cerimônias, oficinas, workshops e grupos de estudos no Rio e outras cidades brasileiras com essas Medicinas, além de liderar Roda de Cura, Cerimônias de Iniciação Xamanica de Animal de Poder, Oficinas de Tecelão dos Sonhos, além dos cursos de Tarot e Xamanismo.

Tema :

Voz Indigena

Com o aprofundamento da crise gerada pelo consumismo e materialismo e a conseqüente revalorização dos sistemas que privilegiam o entendimento e ações concretas fundados no amor, no diálogo, no compartilhar e na cooperação, a cultura indígena e a Mãe Terra passam a ocupar um lugar de destaque nos tempos atuais. Destaque porque escutar a voz indígena – que clama em todo o mundo por respeito é escutar a voz indígena que está dentro de cada um de nós mesmos. Esta voz que nos fala do fundo de nossa consciência, do fundo de nossa mente e de nosso coração, a respeito de nossa origem. A mesma voz que nos identifica como uma só família, partes da totalidade, o verdadeiro espírito do Estamos Todos Relacionados

Walter Dias Jr

Formou-se em Ciências Sociais pela PUC-SP, em 1984. Iniciou o curso de pós-graduação e suas atividades de docência em 1986, na mesma universidade, obtendo o título de Mestre em Antropologia Social no ano de 1992. Participou de mesas em diversos congressos, simpósios e seminários promovidos por instituições, tais como: a Associação Brasileira de Antropologia (ABA), a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), o Instituto de Medicina Social e Criminologia (IMESC) e o Núcleo de Estudos e Pesquisas em Atenção ao Uso de Drogas do Rio de Janeiro (NEPAD/UERJ). Foi assessor técnico da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (SEADE) e assistente de uma pesquisa realizada em Rio de Contas (Bahia) sobre categorias de Cor/Raça e Preconceito/Discriminação Racial no Brasil, trabalho desenvolvido sob a orientação do Dr. Marvin Harris, do Department of Anthropology – University of Florida (Gainesville). Também foi membro da Diretoria do Centro de Estudos da Religião (CER) – Duglas Teixeira Monteiro, associação sediada na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP), no período de 1992/93. Possui artigos publicados sobre os Apurinã de Boca do Acre (“A Questão da Terra”, in: Cadernos da Comissão Pró-Indio/SP n.º 2, ed. Global, S. Paulo, 1981) e sobre o culto ao Santo Daime (A Igreja Católica diante do pluralismo religioso no Brasil – III, Col. Estudos da CNBB – vol. 71, ed. Paulus, 1994; O Uso Ritual da Ayahuasca, Campinas, Mercado das Letras, 2002). Continua exercendo atividades de docência em antropologia social em diversos cursos de várias universidades do Vale do Paraíba, realizando constantes viagens de estudo e pesquisas sobre o uso ritual e medicinal de plantas de poder. Atualmente, é dirigente do Centro Eclético de Fluente Luz Universal Pastor do Oriente – CEFLUPO, igreja do Santo Daime/CEFLURIS, localizada em Pindamonhangaba (S.P.).
wdbuana@bol.com.br
http://www.ceudovale.hpg.ig.com.br/

Tema :

A tradição do Santo Daime

A comunicação procura caracterizar os valores, a visão de mundo e a concepção de saúde-doença presentes de maneira subjacente nos projetos de desenvolvimento e nos planos adotados pela comunidade religiosa do Céu do Mapiá (Amazonas), no contexto de expansão internacional da doutrina do Santo Daime.

Wesley Aragão de Moraes

Graduado em medicina, UFJF, em 1982, e há 23 anos dedica-se à prática clínica e docência de cursos de formação em medicina e terapias alternativas (antroposofia, fitoterapia), através de várias capitais brasileiras. Mestre em Ciência da Religião, pela UFJF, 1987, cuja pesquisa foi “o diálogo intereligioso entre cristianismo e islamismo a partir de seus aspectos esotéricos”. Doutor em antropologia pelo Museu Nacional, UFRJ, em 2004, quando defendeu a tese “Xamãs na metrópole: o pajé e a Nova Era”, cujo enfoque é o encontro entre o xamanismo tradicional e o neo-xamanismo urbano.
No Rio de Janeiro, desde 1995, diretor cultural da ONG “GAIA” que se dedica à educação ambiental, projetos sociais e atividades culturais e espirituais. Atualmente vive em um sítio, na zona rural de Juiz de Fora, pesquisando botânica medicinal e leciona antropologia aplicada à saúde na faculdade da fisioterapia da Universidade Salgado de Oliveira.
wam@acessa.com
http://www.gaia-antroposofia.org.br/

Tema :

No xamanismo urbano, ou neo-xamanismo, ocorre a construção de um conjunto de práticas ritualizadas e de uma cosmologia que transporta categorias de sociedades tradicionais para um contexto moderno-contemporâneo associando-as, através de uma bricolage, a algumas categorias da psicologia ocidental, da física, da biologia, da arqueologia. Apresenta-se, neste contexto assim produzido, representações peculiares à modernidade ocidental, tais como o feminismo, o ecologismo (que pressupõe uma noção de natureza objetivada, evolucionista e,a o mesmo tempo, animada) e o individualismo moderno-ocidental – o culto ao Self. Este conjunto todo difere acentuadamente das práticas xamânicas tradicionais, onde não existe a noção de natureza objetivada (mas sim o animismo tradicional), onde não existe a ideologia do individualismo (o Self interior, mas sim uma noção relacional de sujeitos), onde não existe o ecologismo (mas sim a predação). Por outro lado, este conjunto de práticas urbanas constrói também uma imagem do bom selvagem e reveste de um certo prestígio a figura idealizada de povos antes dominados e constrangidos pelo sociedade ocidental, além de produzir uma revisão dos valores do ocidente moderno e demonstrar a viabilidade e o vigor do pensamento selvagem dentro do contexto da vida urbana moderna.

Wilson R. Gonzaga da Costa

Médico psiquiatra, psicoterapeuta, conferencista, consultor de empresas na área de desenvolvimento humano, diretor do Instituto Hermes de Transformação Humana. Vem há anos trabalhando com empresas privadas e estatais, instituições de ensino, hospitais, treinando pessoal, dando palestras, dirigindo vivências.

Tema :

OS QUATRO ELEMENTOS E A NATUREZA HUMANA
Os quatro elementos da natureza, terra, água, ar e fogo, constituem as 4 grandes portas do templo, ou do inconsciente humano. Tudo que existe neste mundo, só existe pela combinação, pelo arranjo destes elementos básicos. Esta palestra tem como finalidade oferecer uma oportunidade de melhorar seu relacionamento intra-psiquico, repensando os valores, a auto-estima, os projetos pessoais, bem como o relacionamento inter-psiquico, as relações afetivas, profissionais e com o mundo de uma maneira geral.

Wyannã

Homem de Cura e Mestre de Canto, da tribo dos Kariri-Xocó, traz a cura através de seus cantos nativos, de seu conhecimento de ervas e danças sagradas.

Tema :

Oficina : A cura através do som dos maracás.

Zilda Carvalho

Zilda Carvalho é antropóloga, com Mestrado em “Educação Multicultural Bilíngue” pela Northern Arizona University, EUA. Durante 10 anos permaneceu em contato com várias tribos norte-americanas incluindo os Yaquis, Papagos, Hopis, Navajos, Apaches, Shumash e os Sioux, recebendo seus ensinamentos e canções rituais. O contato com a tribo Sioux permitiu que ela aprendesse e se tornasse apta a praticar a Dança do Sol, uma das sete cerimônias mais sagradas desta tribo. Estes transmitiram a dança para os Navajos. Em 1994, após seus estudos junto à tribo Navajo, no Norte do Arizona, foi convidada a participar das cerimônias da tribo e, a partir daí, recebeu a Chanupa (Cachimbo Sagrado) e a responsabilidade de dirigir o INIPI (Sauna Sagrada da Purificação), em vários estados norte-americanos e depois de seu retorno, também em vários estados brasileiros

Tema :

Conversas
Vivencias com o cachimbo sagrado. cerimonia dos sioux. eesperiencias com mantras tocados com tambor e entoada commaracas etc..

1 Comment

  1. Anonymous says:

    A descricão dos terapeutas é muito util para aqueles que buscam se in tegrar ao conhecimento xamãnico.Permite um inicio de busca das agendas abertas a participacões voluntárias no trabalho de cada terapeuta em algum local. Talvez ficasse mais facil já oferecer alguma agenda de cada um, ou meio de acessa-la junto a cada um dos citados.
    Penso que alem dos terapeutas existe o encaminhamento intuitivo direto com aqueles que incorporados estão a causa.
    Gostaria de sugerir a incorporacão ao site de depoimentos sobre participacões destinados aos que querem incluir-se ao sistema de evolucão.