Está ocorrendo no momento a conferência da Drug Policy Alliance, em New Orleans, nos Estados Unidos, a maior aliança de ONGs e movimento social antiproibicionista do mundo.
Clique aqui para saber mais: http://kessjones.com/conf07

A juíza de direito de aposentada, Maria Lucia Karam, do Rio de Janeiro, participou do encerramento da cerimônia, empolgando a platéia com a sugestão – não utópica, segundo ela – de sonharmos com um mundo sem prisões. “Assim como acabamos com a escravidão, o proibicionismo vai terminar um dia”, disse ela.

1 Comment

  1. inocencio says:

    Devemos sim, gozar da liberdade de escolher entrarmos em qualquer recinto de nossas estruturas psicológicas, mesmo que esse adentramento se revele a posteriori uma verdadeira masmorra para muitos indivíduos quando do uso de substâncias psicoativas, considerando o potencial de dependência física ou psíquica. Tudo aquilo quue se pode traduzir em termos de conhecimento exige uma paga. Substâncias psicoativas não são fábricas de sábios ccientistas de si mesmos, mas é terrível conviver com a imposição de terceiros que se aarvoram ao direito de dizer o que devo ou não fazer. A exclusão social, por fim, prevalece: o álcool é liberado para maiores, mas quem bebe o scotch e quem bebe a cachaça? Quem iria de crack e quem gozaria dos psicoativos “superiores”?
    Aliás, existiria porventura alguma organização, espécie de hierarquia oculta porque não aparece nas mídias, que realmente determinaria as condições para um uso lícito ou não dos psicoativos em geral? Isso envolve tantas coisas, tantos interesses, que nós apenas cumprimos o nosso papel de levar a sério a brincadeira de sermos contra ou a favor de temas e tópicos desse gênero. Quem poderia teorizar a respeito nesse caótico jogo, onde trevas espessas dominam a mentalidade de polícias e bandidos?