Mesa redonda “Panorama das pesquisas sobre a ayahuasca” e Lançamento do livro “Religiões ayahuasqueiras: um balanço bibliográfico”, de Beatriz Caiuby Labate, Isabel Santana de Rose e Rafael Guimarães dos Santos

Data: 29/04/2008

Horário: 18hs às 20:30hs – Mesa Redonda; 20:30hs às 22:00hs – Lançamento do livro

Local: Auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) – Universidade Federal de Santa Catarina – Campus Universitário – Trindade – Florianópolis, SC
Para mais informações: (48) 3721-9330 ou belderose@yahoo.com.br

Coordenação: Isabel Santana de Rose (doutoranda em antropologia social pelo PPGAS/UFSC, pesquisadora do NEIP)

Participantes:
Alberto Groisman (professor do PPGAS/UFSC)- “Das (In)Visibilidades da Ayahuasca: agenciamentos, pesquisa e legislação”
O trabalho reflete sobre algumas implicações que a visibilidade dos usos da
Ayahuasca têm estabelecido nas agendas contemporâneas.

Beatriz Caiuby Labate (antropóloga, pesquisadora do NEIP, Instituto Alto das Estrelas) – “Religiões ayahuasqueiras: um balanço bibliográfico”
Apresentação do livro. Comentário e avaliação sobre estado da arte da literatura mundial sobre as religiões ayahuasqueiras: Santo Daime, União do Vegetal, Barquinha e suas múltiplas vertentes, destacando as características, tendências e perspectivas centrais desta área de pesquisa.

Luiz Fernando Milanez (Professor de Engenharia mecânica na Unicamp, coordenador da Comissão Científica do Centro Espírita Beneficente União do Vegetal, UDV) – “Objetivos e procedimentos da Comissão Científica da UDV”
Histórico da necessidade e da constituição de uma comissão com a função de proceder a análise, aprovação e acompanhamento de projetos que tenham como foco a União do Vegetal, o Vegetal e sua irmandade.

Oscar Calávia Saez (professor do PPGAS/UFSC) – “De anacondas e perspectivismo: uso da ayahuasca entre os povos ameríndios”
Discussão sobre a ayahuasca entre povos indígenas, traçando alguns pontos comuns do uso dessa bebida no contexto ameríndio e também apontando paralelos e diferenças entre este contexto e o contexto das religiões ayahuasqueiras.

Promoção: Programa de Pós Graduação em Antropologia Social – PPGAS/UFSC

Apoio: Alto das Estrelas , NEIP, Livraria Livros e Livros Ltda e Núcleo de Antropologia Audio-Visual e Estudos da Imagem (NAVI).

4 Comments

  1. Anonymous says:

    Mais uma sementeira no solo dos amantes dessas plantas magníficas. Tem menino nascendo hoje que ficará feliz feliz…
    valeu, professora!

  2. Sereno says:

    Condenados à liberdade, precisamos escolher. O caminho da vida não está traçado e as linhas socioculturais nas quais vivemos (religiões ayahuasqueiras) condicionam nossa liberdade, mas não a anulam.

  3. tomé says:

    “A religião não é uma experiência isolada, nem o seu saber é autárquico. A compreensão religiosa apóia-se na cosmologia e na antropologia da época em que surge, estando sempre relacionada com o saber científico e filosófico, os quais ela procura integrar em sua visão global de sentido.
    A religião tem sempre uma dinâmica antropológica, é expressão cultural e criação subjetiva, enquanto o homem tem determinadas experiências e as interpreta subjetivamente. Caracteriza-se pela busca e pela insatisfação, é saudade de Deus (“do totalmente outro” do qual falava M. Horkheimer), e procura transcender os próprios condicionamentos subjetivos, antropológicos e cosmológicos, para chegar à presumível realidade absoluta, origem e termo da vida humana, fundamento e referencial último do mundo, ao qual chamamos Deus.”
    Estrada, Juan Antonio – Imagens de Deus: a Filosofia ante a linguagem religiosa – Paulinas, 2007.

    Filtrando o senso comum…dialogar é preciso, viver não é preciso.

  4. Brian says:

    Valeu! Boa sorte na mesa redonda e igual com o livretinho. Deve ser uma discussão pública bem preciosa.