O pajé Sapaim, da etnia Kamayurá, atualmente vive com os Yawalapiti no alto Xingu. É um dos mais renomados curadores do país. Ficou famoso na década de 80 ao tratar, no Rio de Janeiro, do caso do naturalista Augusto Ruschi, que fora envenenado por um sapo nativo da Amazônia. De lá para cá passou a atender várias celebridades nacionais e internacionais, como Xuxa, Leonardo di Caprio e Ivo Pitangui. Sapaim está em São Paulo, hospedado na casa do médico psiquiatra Wilson Gonzaga, presidente da ABLUSA – Associação Beneficente Luz de Salomão.

A Ablusa promove o encontro cultural: “O pajé Sapaim vai contar histórias da vida na aldeia e lendas do seu povo. Com sua flauta ele mostrará cantos que aprendeu com o espírito da água e da floresta”.

Dia: 29 de abril
Horário: 20:30 horas
Local: Rua Arapiraca, 362 – Vila Madalena (próximo ao final da Rua Mourato Coelho)
Entrada: 1 kg de alimento não perecível – arroz, feijão, macarrão, óleo, açúcar.
Wesley Aragão de Moraes (wam@artnet.com.br), médico, antropólogo etnobotânico e diretor cultural do GAIA-RJ (http://www.gaia-antroposofia.org.br) estudou as atividades do pajé Sapaim. Referência: Xamãs na Metrópole. O pajé e a nova era. Tese de Doutorado em Antropologia Social, Museu Nacional-UFRJ, 2004.

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