Da esquerda para a direita: Afrânio Patrocínio Andrade (Porto Velho, AC) e Anthony Henman (Lima, Peru), autores de escritos sobre o Centro Espírita Beneficente União do Vegetal, a UDV, se encontram em São Paulo (SP), em janeiro de 2007. Anthony Henman escreveu o primeiro texto acadêmico existente sobre a UDV, em 1986, publicado na cidade México, e Afrânio redigiu a primeira dissertação de mestrado sobre o grupo, em 1995, defendida em São Bernardo do Campo (SP).
Foto: Bia Labate

Referências:

Henman, Anthony. Uso del Ayahuasca en un Contexto Autoritario. El Caso de La União do Vegetal en Brasil. America Indígena, 46 (1): 219-234. 1986

Andrade, Afrânio Patrocínio de. O Fenômeno do chá e a religiosidade cabocla. Mestrado em Ciência das Religiões. Instituto Metodista de Ensino Superior. 1995.

Andrade, Afrânio Patrocínio de. O fenômeno do chá e a religiosidade cabocla: um estudo centrado na União do Vegetal, in: CETAD/UFBa (orgs.). I Encontro de Estudos sobre Rituais Religiosos e Sociais e o Uso de Plantas Psicoativas, Seminário Internacional: O Uso e o Abuso de Drogas (Programa Oficial). Salvador, CETAD/UFBa. 1995. (resumo)

Andrade, Afrânio Patrocínio de. A União do Vegetal no Astral Superior. Comunicações do ISER, 30: 61-65. 1998.

Andrade, Afrânio Patrocínio de. Contribuições e Limites da União do Vegetal para a nova Consciência Religiosa, in: Labate, Beatriz Caiuby; Araújo, Wladimyr Sena (orgs.). O uso ritual da ayahuasca. 2ª ed. Campinas, Mercado de Letras. 2004. pp. 589-613.

Para entrar em contato com Afrânio: afraniano@yahoo.com.br

Para entrar em contato com Anthony: antonil70@hotmail.com

8 Comments

  1. Arco says:

    Não sei se o Afrânio ainda considera tendenciosa a posição do Henman no artigo deste último, também em tela neste post, haja vista que no artigo dele, Afrânio, publicado no excelente livro “O Uso Ritual da Ayahuasca”, ele modificou um pouco sua posição menos crítica em relação à UDV quando da feitura de sua dissertação.
    O fato é que não somos obrigados a pensar igual e nem por isso precisamos deixar de ser amigos. Eu não vou defender essa tese na UDV.
    Lá gosto mesmo é de encontrar-me com a amada Hoasca. Por ela, se a floresta se voltar contra mim, chama aí a morte pois daqui só saio acompanhado.

  2. Vinicius says:

    Considerar as matrizes maranhenses do Santo Daime é corroborar o fato e a tese de que eventos da infância se reproduzem, conscientemente ou não, nos atos da vida adulta. Pessoas que bebem ayahuasca não falam de vívidas recordações de eventos d’antanho? Bia, você não é uma cachorra, mas tem um faro espetacular. Tambor de mina, de crioula, São Gonçalo, bailes…rica, você é pródiga em distribuir riquezas. Eita que teu pai, esteja onde estiver, deve ter um orgulho danado de ter uma filha assim. Se minha fosse, eu teria.

  3. miguelino says:

    O Henman sentado tá quase da altura do Afranio. Que cabra danado de grande!

  4. sama says:

    Beatriz, esse blog é grãodioso… admiro muito seu trabalho.

  5. Juakim says:

    Do Grão-Pará à Granada, do granfino à gafieira, saibo eu e sabe tu: de grão em grão se enche o papo!

  6. Du_arpão says:

    É cada frequesia que se encontra nas campinas desse brasil de brahmas e antárticas. Tem recinto que tem receita: pra receber comunhão tem de estar puro. Sete anos de serventia? Nem todo líquido preto é petróleo, nem todo fosso é profundo e ratos gostam de sarjetas. Quem gosta de sarna é cão e tem gosto pra tudo.
    Professor Henman, o senhor me desperta uma pontinha de inveja: eu gostaria de beber san pedrito contigo. Afrânio, parabéns pelo artigo publicado na coletânea org. por Bia e Sena. Bia nem vou dizer: sou freguês de carteirinha.

  7. In_grey says:

    I love Bia’s Blog! and he loves Bia and he is me.

  8. Anonymous says:

    Porto Velho é em Rondônia e não no Acre como está escrito na legenda da foto, até porque Porto Velho é a capital do estado de Rondônia.