“Natureza e tecnologias: gestão e divulgação de conhecimentos”
Unicamp/ Auditório BC/ 9 de agosto de 2007

8:45 – Abertura do evento
Fernando Costa (representante CGU)
Luiz Cortez (representante CORI)
Jorge Tápia (representante COCEN)
Vera Regina Toledo Camargo (coordenadora do Núcleo de Desenvolvimento da Criatividade – Nudecri)
Eni Orlandi (coordenadora do Laberub/ Nudecri)
Telma Domingues da Silva (organizadora)

9:00 – “Conhecimento científico, conhecimento tradicional e políticas públicas”
Palestrantes: Antonio Carlos Diegues (Nupaub/USP), Eni Orlandi (Labeurb/Unicamp) e Teresa Cristina Moreira (MMA)
Coordenadora da mesa: Telma Domingues da Silva

10:30 – Intervalo

10:45 – “Exploração e consumo da Floresta Tropical: recursos genéticos e rituais xamânicos”
Palestrantes: Maíra Bueno (IFCH) e Homero Martins (INCRA)
Debatedor: Mauro Almeida (IFCH)

12:00 – Almoço

14:00 – Circulação de conhecimento e o manejo dos recursos naturais
Palestrantes: Dauro Marcos do Prado (representante das comunidades caiçaras na Comissão de Desenvolvimento Sustentável de Povos e Comunidades Tradicionais), Telma Domingues da Silva (Labeurb/ Unicamp) e Alpina Begossi (Nepam/Unicamp)
Debatedora: Regina Müller

15:45 – Intervalo

16:15 – “Divulgação científica e meio ambiente: entre a escola e os meios de comunicação”
Palestrantes: Antonio Carlos Rodrigues de Amorim (Olho/FE/Unicamp) e Martha Marandino (FE/USP)
Debatedor: Rafael Evangelista (Labjor/ Unicamp)

RESUMO DO EVENTO:

O Fórum “Natureza e tecnologias: gestão e divulgação de conhecimentos” aborda a distinção entre conhecimento científico e conhecimento tradicional para uma discussão do papel da Universidade nas políticas ambientais públicas. A noção de “população tradicional” difunde-se associada à temática da preservação da biodiversidade, no contexto histórico da globalização. Afirma-se, nessas condições, a necessidade de “preservação” da diversidade biológica e de reconhecimento da diversidade cultural como patrimônios, não mais nacionais, mas da humanidade. O Fórum propõe a discussão de aspectos que envolvem a produção e a difusão de conhecimentos sobre o meio ambiente, tendo em vista compreender o jogo de forças que atua nesse âmbito, na direção de uma crítica sobre noções e distinções presentes na política ambiental, e em que medida são ou não sustentadas pelo conhecimento produzido na Universidade.

3 Comments

  1. Teucro says:

    ” Na ordem da matéria, o sim e o não se dizem mole e duro. Não há imagens da matéria sem essa dialética de convite e de exclusão, dialética que a imaginação transporá a inumeráveis metáforas, dialética que as vezes se inverterá sob a ação de curiosas ambivalências até definir, por exemplo, uma hostilidade hipócrita da moleza ou um convite provocador da dureza. Mas as bases da imaginação material residem nas imagens primitivas da dureza e da moleza. Essas imagens são tão verdadeiramente elementares que sempre poderemos encontrá-las apesar de todas as transposições, a despeito de toda inversão, no fundo de todas as metáforas”.
    (Bachelard in A Dialética do Energetismo Imaginário. O Mundo Resistente).
    Como o mole e o duro poderia estar associado a uma temática de preservação da biodiversidade? Eis uma questão que quero tornar clara com esse pensador vigoroso e terrível em suas desconstruções, impiedoso e doce, de quem aceitamos ácida crítica compreendendo a ordem de suas razões pela desordem de nossas pseudo-conquistas.
    Natureza e Tecnologia: quero saber do martelo e do machado, dos entalhes na pedra e nos sonhos condensados que se diz madeiras. Será que dá?

  2. Abraham C. L. says:

    Beatriz C. Labate:

    Existiria um Universo onde o Sol fosse de prata e a Lua de Ouro?

    Sim, porque é bem aquilo que se canta:
    “Mulher, na escola em que vc foi ensinada, jamais tirei um dez, sou forte mas não chego aos seus pés”.

    Até que chegue o dia de não mais precisarmos de referências ainda humanas, é nosso dever procurar as melhores.

  3. Carmelita Flores says:

    Unicamp, Unicamp, sempre no pódio.