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1 Comment

  1. Amem says:

    A disposição de mostrar sua face institucional, ainda que preferencialmente aos “sócios que desconhecem essa face” é uma necessidade e esse congresso parece atender uma primeira demanda de auto-conhecimento interno, de caráter coletivo. Ao mesmo tempo, oferece uma oportunidade aos pesquisadores em geral. Não creio que uma religião ayahuasqueira propicie domínios muito vastos aos auto-didatas que se aventuram experienciar o líquido considerado sagrado pelos adeptos mais convictos (empedernidos seria uma palavra adversa e onde a voz do povo pode ser a voz de deus é de bom tom saber ouvir. Falar pode ser razoável mas é bom conhecer essas nuances, para que, despidos de qualquer preconceito, se possa dar atenção ao que os congressistas oficiais têm a dizer, ainda que digam o óbvio, pois mesmo o óbvio é obscuro para qualquer dos comuns). Eu sou um comum.