O artigo de Monica Dias aborda lateralmente a sua passagem pela Barquinha.

Referência: Dias, Monica. A pesquisa tem ‘mironga’: notas etnográficas sobre o fazer etnográfico. Em: Bonetti, Alinne e Soraya Fleischer. Entre saias justas e jogos de cintura. Florianópolis, Editora Mulheres/EDUNISC. pp:73-92.

Para entrar em contato com Monica Dias: monica.dias@ig.com.br

O livro também conta com um artigo de Isabel de Rose que aborda a sua pesquisa de campo numa comunidade mineira do Cefluris/Santo Daime.

Referência: Rose, Isabel Santana de. 2007. Entre colinas verdes: trabalhos espirituais, plantas e culinária. Reflexões sobre experiências de campo numa comunidade do Santo Daime. Em: Bonetti, Alinne e Soraya Fleischer. Entre saias justas e jogos de cintura. Florianópolis, Editora Mulheres/EDUNISC. pp: 329-352.

Resumo do artigo:

A proposta deste artigo é compartilhar reflexões sobre a experiência de pesquisa de campo da autora, realizada numa comunidade daimista localizada no sul do estado de minas gerais, o Céu da Mantiqueira. O texto procura refletir sobre algumas questões que surgiram a partir da experiência do trabalho de campo, tais como: as implicações de tomar daime durante a pesquisa; a importância da experiência da imersão intensa no campo; a circularidade entre as várias etapas da pesquisa; e as negociações entre o pesquisador e seus interlocutores. Somado a isto, há uma reflexão sobre as relações entre a participação pessoal da autora no Santo Daime e seu interesse antropológico por esta temática, pensando nas implicações que estas relações podem ter tanto para a pesquisa em si quanto para o conhecimento produzido. O texto propõe que o trabalho de campo seja pensado como uma experiência iniciática ou um ritual de passagem e que, como sugere José Jorge Carvalho, as experiências com estados modificados de consciência vivenciadas pelo antropólogo e as transformações decorrentes destas experiências sejam sejam problematizadas e sejam incluídas nas etnografias como elementos importantes e constitutivos.

Para entrar em contato com Isabel de Rose: belderose@yahoo.com.br

2 Comments

  1. El toro tonto says:

    E quem disse que é moleza o trabalhar justa e honestamente em prol de ideais pessoais ou coletivos? um beijo quente nessas antropólogas frias, que sabem se sair com desenvoltura das situações.

  2. Anonymous says:

    Tirar de letra as saias justas: aprendizagem inata ou adquirida?