Evento integrado à rede mundial GMM – VII Global Marijuana March www.globalmarijuanamarch.org 1 a 5 – maio de 2007

Sergio Vidal (organizador) sergiociso@yahoo.com.br

Realização:
Ananda – Coletivo de Estudo e Ação em Redução de Danos com plantas Cannabaceae; GIESP/UFBa – Grupo de Estudos sobre Substâncias Psicoativas(http://giesp.blogspot.com);DA CISO – Por um Diretório Acadêmico (http://daciso.blogspot.com)

Apoio: FFCH/UFBa – Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal da Bahia (www.ffch.ufba.br); NEIP – Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos (www.neip.info); Growroom – seu espaço para crescer (www.growroom.net); BaLanCe – Coletivo de Redução de Danos em Festas de Música Eletrônica (http://coletivobalance.blogspot.com);Observatório da Cânabis (http://noticiascannabicas.blogspot.com).

PROGRAMAÇÂO
01 a 05/05 – Mostra de arte resinosa
Local: Auditório da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas – FFCH/UFBa
Curador: Nelson Martinesi
Exposição de arte temática Cannabis sativa var. brasileira

04/05 (sexta-feira) – Maconha: Aspectos históricos, sociais e farmacológicos:
Local: Auditório da FFCH

09hs às 12hs:
Aula Pública – Da Diamba à Cannabis: reflexões sobre as relações entre as ciências e os usos da maconha no século XX
Sergio Vidal

12:00hs às 14:30hs:INTERVALO PARA ALMOÇO

14:30hs às 18hs:
Exibição de Vídeos-documentários:
• Grass – A Verdadeira História da Proibição à Maconha (1997) / 78 min • (Legendado em português)
• La Revolucion Verde (200??) / 25 min (Espanhol)
• Drogas y Cérebro – Maconha (2005) / 60 min (Espanhol)
Debatedores: Farmacólogo, Eric Gornik (Biólogo Enteobotânico), Edward MacRae (Antropólogo)

05/05 (sábado) – DEBATE – DROGAS: Criminalização, Legalização ou Normalização?
Local: Auditório da FFCH
Resumo: Desde o princípio das intervenções governamentais de cunho proibicionista em relação às populações que fazem uso de algumas dentre as muitas substâncias psicoativas existentes, que as autoridades médicas e policiais têm sido às únicas com legitimidade para debater o tema. Nos últimos anos, diversos profissionais das mais distintas áreas do conhecimento, passaram a adotar uma perspectiva mais humanitária, respeitando as especificidades culturais e as liberdades individuais das pessoas que usam ‘drogas’. O debate proposto procura trazer pessoas comprometidas com essa perspectiva para debater aspectos relacionados com o atual cenário brasileiro de consumo dessas substâncias. Procuramos trazer conteúdos que pudessem ampliar as possibilidades de diálogos com diferentes grupos da sociedade, e esclarecer diferentes aspectos ligados ao tema.

09hs às 12hs:O consumo de maconha e outras substâncias psicoativas no Brasil:
Mediador: Tom Valença
Laura Carvalho (Historiadora) – A indústria do cânhamo no Brasil: Reflexões históricas;
Rosângela Oliveira (mãe de usuário) – O uso de maconha e a relação entre pais e filhos
Gey Espinheira (Sociólogo, Doutor em Sociologia) – A violência do mercado criminalizado de maconha;
Tom Valença (Psicólogo, Doutorando em Ciências Sociais) – O consumo maconha entre professores e estudantes universitários;
Sergio Vidal – O ‘cultivo doméstico’ e os novos usos da maconha no Brasil;

12:00hs às 14:30hs:INTERVALO PARA ALMOÇO

14:30hs às 18hs: Aspectos legais e práticos das atuais Políticas Públicas Antidrogas:
Mediador: Edward MacRae
Edward MacRae (Representante do CONAD/NEIP) – O Conselho Nacional Antidrogas e sua representatividade;
Emannuela Lins (Advogada) – A atual legislação brasileira e os usuários de ‘drogas’;
Marco Tromboni (Antropólogo, Coordenador de projeto de Redução de Danos) – A atual política de Redução de Danos no Brasil;
Marcelo Magalhães (Psicólogo, Mestre em Ciências Sociais, Coordenador de projeto de Redução de Danos para festas de música eletrônica “Coletivo BaLanCe”)– O modelo “BaLanCe / Energy Control” de Redução de Danos.

2 Comments

  1. Arc says:

    Quando usei e abusei, nunca me senti constrangido a fazê-lo pois sabia procurar os “habitats” naturais. O mais chato na estória é apenas a questão de compra e venda no contexto da proibição, que deve ser sempre clandestina para os cidadãos que usam substâncias e, assim, agregadas aos fatores de risco envolvidos.
    No mais, a proibição é uma farsa. Quem quer e pode usa como e quando crê que deve. Também é proibido matar, né? e matam…de aula a gente, é que nem Detefon: mata-se de tudo! Também duvido que num contexto de legalidade os que usam se sentissem a vontade para fazê-lo num lual de evangélicos… portanto, cada tribo com seus caciques e pajés; a segregação continua e não depende desse tipo de lei. Mas que resolveria boa parte dos inconvenientes no momento de compra/venda isso resolveria.

  2. Paraibano says:

    Muita gente boa que poderia contribuir nessa luta prefere lavar as mãos e posar de (c)ordeiro.
    Do meu lado, quero as mãos sujas de quem não se envergonha de si mesmo. Trabalhar com o pensamento às vezes parece trazer mais resultados. Bia no Aurélio deve ser Amor. Ahh, moça!