Suprise, Kirby. An MMPI-2 Study: Personality Traits of North American Ayahuasca Drinkers
Kirby Surprise – A Dissertation Submitted to the Faculty of the California Institute of Integral Studies in partial fulfillment of the requirements for the degree of Doctor of Psychology
in Clinical Psychology, San Francisco, California, 2006.

ABSTRACT

Thirty-four frequent North American drinkers of ayahuasca were administered the Minnesota Multiphasic Personality Inventory (MMPI-2). Patterns of elevation above T=55 were found in both female and male groups for scales Hy. (Hysteria), RC4 (Antisocial Behavior), RC8. (Aberrant Experiences) BIZ (Bizarre mentation), R (Repression), O-H. (Overcontrolled Hostility), AAS (Addiction Admission) and PSYC. (Psychoticism). Personality descriptors from the MMPI-2 produced a code type of 5-6-3. This indicates personalities that may be overly sensitive, guarded or distrustful, possible angry or resentful. It implies some degree of somatic complaints, denial, immaturity, self-centeredness, and that the personality may be demanding, suggestible, and prone to a need for affiliation. The MMPI personality description was within normal limits of personality. The responses of the ayahuasca drinkers were not found to have a high correlation with the scores of drug and alcohol abusers.

A high use and a low use group comparison was done based on number of uses above or below the mean. In the high ingestion group there was a decrease in the mean T score on scales 1 Hy (Hysteria), 7 Pt. (Psychasthenia), 8 Sc (Schizophrenia), 9 Ma (Hypomania), Si (Social Introversion), MDS (Marital Distress), and AAS (Addiction Admission Scale). There was an increase in the mean T scores on APS (Addiction Potential Scale), INTR (Introversion/low positive emotionality). All scores, with the exception of low AGGR are however within normal ranges of personality. No overall difference between the high and low use groups based on mean T scores for the scales and subscales was found.

The study found personality traits of North American ayahuasca drinkers to be within normal limits of personality and had no clinically significant findings. The small moderate findings that were made reflect the personality traits of the participants at the time of their MMPI-2 responses. Thus it is not possible to determine if the obtained personality traits were influenced by the taking of ayahuasca, or if they led to ayahuasca use.

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2 Comments

  1. Manoel Gabriel says:

    Interessante observar que o grau de “evolução” parece estar profundamente associado a ausência de álcool, cigarros, bons empregos, família, prosperidade material, ausência de distúrbios psíquicos, ausência de grandes crises, etc, coisas muito visíveis e palpáveis, coisas de pesquisa mesmo, já que necessita de dados concretos e mensuráveis.
    É interessante um estudo das sutilezas, do tanto de senso comum estilizado, enraizado nas estruturas psíquicas profundas dos detentores de cargos diretivos na instituição pesquisada.
    Surpreende a repetição enfadonha dos mesmos padrões de discriminação de pessoas, surpreende a manifestação de preconceitos diversos, onde até mesmo a cor preta é reputada como má, como de energia ruim, etc. Essas pessoas não sabem qual é a cor da Noite? É ‘missão’ propagar superstições?
    Surpreende um discurso de carnaval onde se fala que a humanidade é perversa, má, ruim, que o povo não presta, palavras saídas da boca de um dirigente.
    Surpreende o não reconhecimento de que foram os sacerdotes e governantes (os mestres, os dirigentes)quem instigaram uma população inculta (parte irrisória dela) a levantar pedras contra o tal Jesus, surpreende tomar o todo pela parte e se falar mal da humanidade, quando a população da época era pequena, ainda mais naqueles desertos que muito pouco interessava a Roma.
    O povo é doce e rude. O povo é adormecido e alheio as grandes questões humanas, ontem e hoje. O Povo ama quem lhes faz bem. Os freis Damiãos e os padim ciço dessa vida mostram o que o povo costuma dar a quem lhe cativa: fidelidade e submissão. O tal Jesus falava as multidões, ele, um homem do povo, carpinteiro, que despertou a inveja, o orgulho e o ciúme dos corrompidos detentores do poder, pela força de sua palavra.
    Falar mal da humanidade é constrangedor e parece não ter bastado os grandes crimes que constantemente se cometeu e se comete contra ela. A humanidade paga um preço alto pelos humanos desacertos de pessoas desequilibradas. Não é justo maltratar o povo, não é justo desrespeitá-lo. Os “sacerdotes” dessas religiões “evoluídas” deveriam rever seus documentos e fazer exame de consciência, para que não se sintam, em sessões, verdadeiros fariseus, muito mal disfarçados. Que o Alto lhes dê luz, paz e amor.
    Quando o espaço local é fechado a liberdade de expressão, encontramos espaços abertos por guerreiras de Luz, Paz e Amor, senhora Beatriz Caiuby Labate.
    É semear e colher. Tô com muita saudade, um dia a gente se vê.
    P.S. Há uma quantidade enorme de pessoas de bem, na direção do daime, da udv e da barquinha, mas uma minoria aferrada a padrões antigos de pensamento e comportamento são terríveis de lidar e “engolir”, além de eventualmente aparecer uns inovadores temerários. Cada causo é um causo.

  2. Sêneca says:

    Eu tava ligado no Big Cabaré Brasil, esse presente da rede Globo pra todos nós, vendo que agora tem triângulo amoroso. Acho que no próximo vai ter quadrilátero e pentágono amoroso. Por falar em pentágono, esse centro de inteligência norte-americano, que decide um tanto de coisas no planeta, que determina os eixos do bem e do mal, e tem um dedo cármico apodrecido, quero falar, como acima o Sr. Manoel falou, do tal preconceito de cor: alguém lembra da Ku Klux Klan, a grande mancha branca contra os pobres pretos da América? É, há algo de podre no reino da Dinamarca.