Moacir Tadeu Biondo proferiu dia 04/05/07 a palestra “Plantas Medicinais Utilizadas na Amazônia” no Auditório da UNIMED, na Av. Santos Dumont nº 949, Aldeota, Fortaleza, Ceará.

Moacir Tadeu Biondo é Técnico em Agricultura, Design em Permacultura, Presidente do Conselho Executivo do Instituto de Permacultura da Amazônia (IPA), Instrutor Técnico de Plantas Medicinais na Faculdade de Ciências da Saúde, do curso de medicina na Universidade Federal do Amazonas. Apresentador do
programa de TV “Ervas e Plantas Medicinais” no canal Amazonsat, gerenciou e organizou associações de
produtores/extrativistas, capacitando-os na produção e coleta, com a utilização de técnicas preservacionistas de plantas medicinais.

Biondo tem também experiência em Bioprospecção-Probem/Bioamazônia 2002. É consultor na área de plantas medicinais e aromáticas, atendendo ONGs, órgãos gorvanamentais e privados. Em 2003, recebeu Comenda Por Mérito da Assembléia Legislativa do Estado do Amazonas como pesquisador autodidata.

Conferiu as seguintes conferências internacionais:
2004 – Real Jardim Botânico de Madrid;
2005 – Jardim Botânico de Valência e Universidade de Valência.

Participou dos seguintes eventos nacionais:
2004 – II Semana de Fitoterapia em Campinas;
2004 – Simpósio Brasileiro de Plantas Medicinais em Manaus.

Além disto, idealizou um sistema próprio conhecido como “A montagem da paisagem do conhecimento local”. Partindo de uma metodologia de construção coletiva, o sistema tem como objetivo contribuir para o resgate da medicina tradicional, onde o saber de cada participante é considerado como um pedaço de um grande quebra-cabeça, permitindo a montagem e o registro da memória viva de cada ser. Este sistema pode ser trabalhado a partir de uma rua, uma comunidade, uma pequena cidade, uma calha de um rio ou uma aldeia indígena. O conhecimento que estava fragmentado é assim reunido e registrado, permitindo que este amplo saber seja compartilhado por esta e futuras gerações. Utilizando este sistema, Biondo treinou mais de mil e duzentas pessoas na Amazônia, auxiliando, entre outros, etnias indígenas do Brasil e da Bolívia a registrarem seu próprio conhecimento.

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