Turismo alucinógeno preocupa o México
por Marcos Guterman, Seção: Todo mundo, América Latina, Religião s 10:46:28.

O peyote de Real de Catorce: atração para os “peyoteros”

O peyote, planta alucinógena usada há milhares de anos por índios mexicanos em cerimônias rituais, está se tornando uma das principais “atrações” turísticas do país, a ponto de o governo do México considerá-la sob ameaça.

A “meca” do peyote no México é Real de Catorce, uma antiga mina de prata ao norte do país, informa a National Public Radio, dos EUA. “As pessoas gostam de vir aqui pegar peyote, porque ele tem uma longa história, é uma planta com propriedades. e permite que se entenda a cultura indígena e aquele modo de vida”, diz Armando Garza,
que trabalha no local.

O peyote é a parte mais importante dos rituais sagrados dos índios huichol, que são animistas e acreditam que a droga permita se comunicar com os deuses. A planta está acabando, graças à procura indiscriminada. Pedro Medellín, que desenvolve para o governo um estudo sobre o tema, é enfático: “Se o peyote desaparecer, então
toda uma cultura desaparecerá”.

3 Comments

  1. Anonymous says:

    graças a pessoas “civilizadas”…que tal reler a “quebra da auto-reflexão”?

  2. Anonymous says:

    graças a pessoas “civilizadas”…que tal reler a “quebra da auto-reflexão”?

  3. Vinicius says:

    Cantarole porque isso é bom, embora para alguns pareça mau:
    Detesto língua portuguesa, portanto, não fiquem aflitos com os meus errinhos de português:
    “Quem tem medo do lobo mau, bobo mal, lobo mal”?
    Se eu toco fogo num índio que dorme num banco de praça em Brasília e agora vivo solto procurando belas moças para constituir família, tá tudo certo. Apenas não avaliei corretamente o preço dos meus atos. Um dia, a conta chega.
    O Peyote como fonte de renda recebe os impactos de um pensamento predatório. Assim também podemos pensar acerca de outras plantas ou substâncias. Eu quero só uma chacezinha de nada para oficializar adesão total ao NEIP. E isso é um problema e tanto, porque criticar Bia, Henrique, Maurício e demais, além de receber a contrapartida, é cosa de loko, meu! Brincadeira, não tenho cacife para tanto.
    Te amo dona Bia. Beijos. Quem mandou amar foi Deus.