“Remédio da Ciência” e “Remédio da Alma”: os usos da secreção do kambô (Phyllomedusa bicolor) nas cidades, por Edilene Coffaci de Lima, Beatriz Caiuby Labate. Clique aqui para ler.

5 Comments

  1. Antonio says:

    Os “genéricos” da “medicina alternativa” são bem mais ambiciosos que os da indústria farmacêutica: pretendem dar uma geral no indivíduo, curando tudo, pelo sim, pelo não.

  2. francisco says:

    Sanguessugas também possuem virtudes terapêuticas. Esse veio não é explorado por qual motivo nos ambientes nova-era? os bichinhos não estimulam bons pensamentos ou mulheres new-age não contraem diabetes, varizes, etc?

  3. genildo says:

    Troca-troca: Torre Eiffel pelo Cristo Redentor. Seriam as mesmas coisas após o transplante?

  4. vinicius says:

    Interessante seria um diálogo com a serpente que gosta de comer esse sapo, se é que alguma gosta. Não seria ela o próprio deus kambô, irado com o sapo malandro que lhe roubou um tesouro palaciano e embrenhou-se nas matas? “Decifra-me ou te devoro”.
    Mariana, doce mistério do Acre iniciada nos meandros da antropologia: o que vc sabe a esse respeito? konta pra nós!

  5. Sergio Vidal says:

    Parabéns pela publicação Bia! Show! Mais uma bola dentro. Sucesso!

    Bjs.

    Sergio