2 Comments

  1. Djavan Ricardo domibai says:

    Este artigo dá muito o que pensar. O som nas baladas, se o DJ vacilar recebe na bucha e o olho, não os ouvidos porque sinesesia aqui não vale, do dono da casa no caixa é preventivo até demais: vá tocar noiutras paragens.
    Xamã que não é xamã…dj, xamã dj, dj xamã…
    Vassourinha num velório não cai bem…mas Dona Zica da Mangueira não se importaria se a bateria da escola estivesse marcando presença na hora de descer a sepultura, tipo salvas de tiros para quem é das armas e perece. Sou leigo. Pior, sou burro. não entendo nada disso e as FM não tá com nada, só com grana. Vai lá, Ivete, desce pra nós os ritmos, porque letra que presta não presta.

  2. excalibur says:

    E tem aspectos que considero: o bagvad gita , trduzem como “sublime canção”, não mostra krishna cantando ou cantarolando ou fazendo chamadas ou pedindo para algum cantor cantar. Jesus também não. Buda também não. Acredito que um monte de aprendiz tenta chegar no ponto pra depois ficar caladinho. Música pra quem precisa de polícia para quem precisa!?!? enrolou o campo do meio? eu sou burro,burro, burro e fico aqui dando urros. burro se entende com burras, agora, quem ignorar o burro deve ser de uma outra espécie, porque humanos sao indiferentes a linguagem dos burros e outros, se não ignoram, nao compreendem.