Tese de Doutorado em Sociologia, Universidade Federal do Ceará (UFC)

Título: “SANTO DAIME – O PROFESSOR DOS PROFESSORES: A transmissão do conhecimento através dos hinos”.

Autor: Zerivan de Oliveira

Orientador: Dr. Ismael de Andrade Pordeus Jr.

Dia 03 de julho de 2008

Local: Auditório Luiz de Gonzaga, no Departamento de Sociologia da UFC. Av. da Universidade S/N – Bl. do Departamento de Sociologia.

RESUMO

O trabalho se propõe a analisar os hinos da doutrina do Santo Daime. A hipótese central é que eles são ao mesmo tempo, o conhecimento em si e o veículo de transmissão desse conhecimento. São analisados hinos que acompanham a evolução do Santo Daime destacando três momentos de sua história: a fundação por Raimundo Irineu Serra, na década de 30 do século passado; a consolidação por Sebastião Mota de Melo, a partir de 1971 e a expansão levada à frente por Alfredo Gregório de Melo atualmente. A partir dos conceitos de memória social e performance o autor analisa os diversos tipos de rituais que constituem o corpus da religião daimista e destaca a relação entre ensino e aprendizagem a partir dos hinos, do transe e da performance.

PALAVRAS-CHAVE: Santo Daime; Hinos; Performance; Memória Social; Trabalho.

Para entrar em contato com o autor: zerivan31@yahoo.com.br

1 Comment

  1. Anonymous says:

    “Um elefante de circo pisoteou até a morte seu treinador no sudeste de Bangladesh e depois correu por uma rodovia, assustando as pessoas, disse a polícia do país na quinta-feira.
    Segundo as forças de segurança, tudo começou quando o treinador atingiu o animal na cabeça com uma barra de ferro depois de o elefante ter resistido a caminhar por sobre uma ponte, perto da cidade de Barishal (280 quilômetros ao sul da capital do país, Daca), na quarta-feira.
    O elefante integrava um grupo de três animais dessa espécie que era levado para realizar uma apresentação em um circo.
    Após esmagar o treinador, o elefante descontrolou-se e saiu correndo por uma estrada, onde o trânsito ficou interrompido por mais de duas horas até que o animal fosse preso a correntes.”

    O elefante…ah, o elefante.